quinta-feira, 31 de maio de 2018

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Como o Big Data e o Analytics estão transformando o RH

O recrutamento está passando por muitas mudanças graças às tecnologias de análise de dados e a automação está se tornando um fator maior no recrutamento inteligente. Novas ferramentas estão surgindo para ajudar as equipes de RH a identificar e avaliar os melhores candidatos, e plataformas como o LinkedIn e o Glassdoor dão a todos os empregadores, não importa quão grandes ou pequenos, a oportunidade de acessarem dados valiosos. Acreditamos firmemente que as equipes de RH que trabalham com dados são as que mais irão recrutar com sucesso nos próximos anos. Vejamos algumas maneiras pelas quais os dados podem ajudar a melhorar as atividades de recrutamento, compreendendo Como o Big Data e o Analytics Estão Transformando o Recrutamento e o RH.

Compreender e Impulsionar a Marca de Empregador

Uma forte “Marca Empregadora” (Employer Brand) fará toda a diferença nas tentativas da empresa, em manter os funcionários felizes e atrair os melhores talentos para a empresa. Um estudo da Risesmart descobriu que 84% dos funcionários considerariam deixar seu emprego atual e se mudar para um empregador com uma reputação fantástica – mesmo que o aumento salarial não fosse tão grande. Então, como dados e análises podem ajudá-lo a desenvolver uma forte marca de empregador?
Em primeiro lugar, você precisa saber o que você quer que sua marca seja. O que você quer que sua empresa represente? Como você deseja que os funcionários se sintam trabalhando para a empresa? O que te faz diferente dos outros empregadores? Depois de identificar isso, os dados e a análise podem dizer se essa imagem da marca está de acordo com a realidade.
A empresa pode, por exemplo, contratar um Cientista de Dados e conduzir uma análise de sentimentos em entrevistas e respostas de pesquisas e postagens de mídia social para determinar o sucesso de sua marca de empregador. Ou, se sua empresa passa por grandes mudanças, como uma grande reestruturação, você pode avaliar o sentimento do funcionário antes e depois das alterações para avaliar o impacto na sua marca.
Pesquisas curtas e anônimas do tipo “Pulse Surveys”, podem informar a probabilidade de os funcionários recomendarem a empresa a outras pessoas. Crucialmente, em vez de realizar “pesquisa de clima organizacional” uma vez por ano em uma única e grande pesquisa de pessoal, ou fazer a pergunta em entrevistas de saída, “Pulse Surveys” permitem que você pergunte aos funcionários uma vez por semana, uma vez por mês ou uma vez por trimestre para ter uma noção mais forte de como eles estão se sentindo durante todo o ano.
No entanto, a marca do empregador não se limita a manter seus funcionários atuais satisfeitos; também é importante ser atraente para pessoas de fora, incluindo ex-funcionários. Faz sentido, então, que um Estudo de Transição de Severidade e Mão-de-Obra tenha mostrado que mais e mais empresas estão extraindo dados de mídias sociais e sites de avaliação do empregador, como a Glassdoor, após demitir um funcionário. Além disso, o feedback de qualquer pessoa que tenha deixado a empresa voluntariamente também fornecerá informações úteis sobre a percepção das pessoas sobre a marca da empresa.

Focando nos Melhores Canais de Recrutamento

A maioria das empresas usa uma combinação de canais de recrutamento, geralmente incluindo jornais, headhunters, campanhas de mídia social, sites de emprego on-line e pesquisas no LinkedIn. Com uma variedade de canais de recrutamento para escolher, é importante ter uma compreensão clara de quais canais geram o maior retorno do investimento, para que você possa concentrar seu tempo, energia e orçamento de acordo.
A beleza dos dados é que eles permitem que você teste seus canais de recrutamento e meça sua taxa de sucesso de maneira muito mais precisa. Portanto, em vez de focar em indicadores óbvios como o número de currículos obtidos em diferentes canais (que só lhe dizem quantidade, não qualidade), você pode procurar indicadores mais valiosos, como quantas ofertas foram feitas a candidatos de canais específicos. Ou você pode avaliar seus funcionários mais bem-sucedidos em funções específicas e identificar de quais canais eles vieram.
O objetivo é direcionar seu recrutamento para que você alcance exatamente os tipos de pessoas que deseja atrair. Um bom exemplo disso é a Marriott Hotels e sua impressionante estratégia de recrutamento social. A Marriott Hotels possui a maior página de recrutamento no Facebook, com mais de 1,2 milhão de curtidas e milhares de pessoas interagindo com a página a cada semana.
Obviamente, a página lista as vagas disponíveis, mas também mostra lindamente, por meio de fotos e vídeos, como é trabalhar na empresa. A empresa encoraja ativamente o engajamento constante por meio de curtidas e comentários – e essa é uma via de mão dupla, com a Marriott respondendo a comentários. Tudo foi projetado para atrair a “pessoa das pessoas” para a marca do empregador da Marriott e mostrar a empresa como um local desejável para trabalhar.

Identificando e Avaliando Talentos

Muitos profissionais de RH ou gerentes de contratação provavelmente admitiriam que eles fazem consultas com base no instinto. Mas dados e análises estão ajudando os empregadores a eliminar o trabalho de adivinhação do recrutamento e a encontrar pessoas mais adequadas que permanecerão felizes e no cargo por mais tempo.
Os empregadores de todos os setores estão se voltando para os dados e cada dia precisamos mais de ferramentas para processar os dados de várias maneiras. Ferramentas que permitem que os empregadores encontrem a melhor pessoa para qualquer trabalho, com base em suas habilidades, interesses e ações. Além disso, ferramentas de Big Data e Inteligência Artificial estão sendo cada vez mais oferecidas por fornecedores como o LinkedIn para filtrar os perfis dos candidatos e identificar as pessoas mais adequadas para uma posição, o que também é bom, considerando que 52% dos líderes de aquisição de talentos afirmam que a parte mais difícil do recrutamento é identificar as pessoas certas de um grande grupo de candidatos.
Ao recrutar um novo candidato, a personalidade é tão importante quanto a qualificação.
Assim, além de pensar nas habilidades, qualificações e experiência que são ideais para uma posição específica, você também deve, sem dúvida, pensar sobre atributos de cultura, adequação e personalidade. Tudo isso pode ser avaliado com precisão nos dias de hoje. É relativamente fácil usar o software de análise para filtrar candidatos em potencial e encontrar aqueles com pontos de dados que melhor se ajustam à sua “lista de compras” de atributos ideais – em questão de minutos. É claro, a decisão final da contratação sempre será de um humano, mas dados e análises podem economizar muito tempo reduzindo o campo de talvez centenas de candidatos para os 10 ou 20 mais adequados. Essa automação de certos processos libera a equipe de RH para se concentrar em outras atividades.
JetBlue Airlines nos oferece um ótimo exemplo de análise de dados sendo usada para encontrar os candidatos mais adequados. Anteriormente, a empresa tinha se concentrado em “niceness” (em uma tradução livre, algo como “gentileza” ou “ser legal”) como o atributo mais importante para comissários de bordo. Então, depois de realizar uma análise de dados de clientes com a Wharton Business School, a JetBlue descobriu que, aos olhos de seus clientes, ser útil é mais importante do que “ser legal” – e até compensa o fato de pessoas que não são tão legais . A empresa foi então capaz de usar essas informações para restringir os candidatos de forma mais eficaz.
Estamos apenas no início desta revolução, em que Big Data, Análise de Dados e IA, estarão cada vez mais presentes em nossas vidas, pessoais e profissionais. E você, de que lado quer estar nesta revolução?

Fonte http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/big-data-e-analytics-transformando-rh/

terça-feira, 29 de maio de 2018

A greve dos caminhoneiros e o alerta para a gestão de continuidade de negócios

Os principais impactos destas rupturas estão relacionados a perda de produtividade e de receita e aumento dos custos após o evento

A interrupção das atividades de transportes de carga não é uma novidade. Só no Brasil, há histórico de greve nos anos 1999, 2008, 2013, 2015, 2017, além da recente paralisação nacional organizada em função do reajuste do preço do óleo diesel. Este cenário não é exclusivo do nosso país, de acordo com o Relatório de Resiliência no Supply Chain de 2017, do Business Continuity Institute (BCI). Realizado em 64 países, o documento apresenta a Interrupção das Atividades de Transporte como a 5ª maior causa de ruptura no Supply Chain, precedida por questões relacionadas a telecomunicações e ciberataques.
O relatório aponta que os principais impactos destas rupturas estão relacionados a perda de produtividade e de receita e aumento dos custos após o evento, seguindo o perfil da realidade brasileira. Pela ótica de perda de produtividade, algumas empresas sofrem rapidamente com as rupturas, principalmente, aquelas que trabalham com alto giro ou baixos estoques, como as indústrias automobilísticas no modelo just in time ou varejistas, bem como os operadores logísticos, que contam com centros de distribuição e precisam de recorrência no fluxo de entrega.
Além disso, por conta do desabastecimento, também há perda de receita, que pode vir a comprometer de 2% a 5% do faturamento mensal das companhias. Com relação ao aumento de custos, no setor agropecuário, por exemplo, em que a escassez de produtos afeta rapidamente os preços, é possível que haja aumento de mais de 100%. Para se ter uma ideia, na greve de 2015, o preço da batata subiu 250%.
Se este assunto não é novidade para os empresários brasileiros, por que sempre em situações de paralisações há surpresas e os impactos são tão significantes? A resposta está na falta de um Programa de Gestão de Continuidade de Negócios e Crises, que permite as organizações se prepararem para reagirem ao evento de forma rápida e retomarem as atividades com o menor impacto.
Para quem ainda não sabe, o primeiro passo do programa é o planejamento. Nesta fase, são identificados os processos e recursos críticos à empresa, para que sejam traçadas alternativas com o intuito de evitar e/ou minimizar impactos e definir os papéis e responsabilidades dos executivos e suas equipes. Dessa forma, é possível identificar, por exemplo, outros fornecedores ou parceiros de distribuição, que podem atender em casos de emergências, ou formas de aumentar o nível de estoque, conforme o tempo de ruptura médio provável.
A segunda fase, a de preparação, envolve a execução de passos previstos no planejamento, a formalização e a divulgação dos planos para os responsáveis, como no exemplo anterior, em que é preciso entrar em contato com os parceiros e fornecedores, para definir os gatilhos e o formato de abastecimento de itens críticos, ou aumentar os espaços para atender o novo nível de estoque. Essas etapas são as mais importantes e seguem o princípio de que "o momento de consertar o telhado é quando o sol está brilhando". Após o planejamento e a preparação, a empresa passa a ter um plano com ações definidas, para ser ativado no momento de um evento, como no caso da greve dos caminhoneiros.
A implantação de um Programa de Gestão de Continuidade de Negócios e Crises é fundamental para a resiliência das empresas em situações de interrupções e crises, tanto que 74% das que foram analisadas no relatório da BCI contam com um plano de continuidade. Vale ressaltar ainda que o compromisso da alta gestão aumentou de 33%, em 2015, para 41%, em 2017.
*Victor Tubino é gerente de BPI (Business Performance Improvement) e Risk Management e líder da prática de Distribuição e Gestão de Estoques da Protiviti do Brasil, consultoria especializada em gestão de negócios, tecnologia, riscos e auditoria interna.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/a-greve-dos-caminhoneiros-e-o-alerta-para-a-gestao-de-continuidade-de-negocios/125013/

segunda-feira, 28 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - PRORROGADA AS INSCRIÇÕES ATÉ ÁS 15 HORAS 28.05.2018 - 2o. SEMESTRE 2018


A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO


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domingo, 27 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - PRORROGADA AS INSCRIÇÕES ATÉ ÁS 15 HORAS 28.05.2018 - 2o. SEMESTRE 2018



A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO


Empresas de investimentos contratam youtubers para atrair clientes

No mercado fala-se em cifras na casa de até 1 milhão de reais ou até mais por um contrato de um ano

São Paulo – Empresas de investimento estão contratando a peso de ouro personalidades do Youtube na área de finanças, que atraem centenas de milhares de seguidores no país, de olho em potenciais clientes, conforme cresce a demanda por informações financeiras na internet.
Nenhuma das contrapartes abre os valores dos acordos, mas no mercado fala-se em cifras na casa de até 1 milhão de reais ou até mais por um contrato de um ano, por exemplo, dependendo das particularidades de cada parceria.
O Grupo XP, por meio da sua marca Rico, tem parceria com três influenciadores digitais com canais no Youtube – Thiago Nigro, do canal O Primo Rico (792.442 seguidores); Mirna Borges, do canal EconoMirna (312.947 seguidores); e Bruno Perini, do canal Você MAIS Rico (72.633 seguidores).
De acordo com Fernando Vasconcellos, sócio e chefe da área de Marketing do Grupo XP, a empresa percebeu que precisava dar um passo além do que vinha fazendo em termos de construção de marca e educação financeira com conteúdos próprios para melhorar a comunicação sobre um assunto ainda árido aos brasileiros.
“…uma forma de alcançar mais profundamente (as pessoas) seria utilizar a figura do influenciador, algo já muito difundido em outras categorias, como viagens e culinária”, afirmou o executivo, acrescentando que esse profissional pode ter uma abordagem mais efetiva sobre o assunto.
Marcelo Flora, sócio responsável pelo BTG Pactual digital, destaca que a internet vem assumindo um espaço cada vez maior na vida das pessoas; e com finanças não é diferente, com as pessoas buscando cada vez mais informações financeiras. Consumidor 3.0: Veja o guia rápido da Wittel para o suporte de consumidores cada vez mais conectados Patrocinado 
“Nosso sucesso nessa empreitada voltada para o varejo de alta renda está diretamente relacionada à velocidade com a qual a educação financeira se dissemina na sociedade, por isso procuramos buscar educadores financeiros que tivessem atuação reconhecida”, afirmou o executivo.
O BTG Pactual digital tem parceria com os influenciadores Gustavo Cerbasi (372.550 seguidores) e André Bona, do canal Blog de Valor (133.273 seguidores).
Além da questão do conteúdo e da forma de tratar as informações, o amplo alcance desses meios em todo o país, mesmo onde as empresas não têm escritórios, é mais um argumento por trás da estratégia que vem ganhando fôlego no último ano, apesar das empresas não divulgarem quantas contas em suas corretoras estão sendo abertas com o investimento nos youtubers.
“No modelo de negócios em que tentamos trazer o maior número de clientes sem necessariamente ter uma presença física espalhada pelo país todo, precisamos nos comunicar com os clientes da forma como eles se comunicam”, afirmou o presidente da Genial Investimentos, Evandro Pereira.
“Existe uma demanda muito crescente em todas as faixas etárias por mais informação, por mais educação financeira…não é algo exclusivo da população mais jovem”, acrescentou.
A Genial tem uma parceria com o canal de jornalismo MyNews (57.582 seguidores), que tem entre seus apresentadores a jornalista Mara Luquet, com histórico de atuação na área de investimentos.
De acordo com Celso Forster, sócio e diretor de atendimento na BR Media Group, é difícil estimar os valores dos contratos em razão da série de variáveis que entram na conta, como nível de envolvimento, qual é o cliente, período do contratos, número de seguidores do influenciador digital.
Ele estima que, considerando um profissional da área de finanças, com 500 mil a 700 mil seguidores, uma inserção em um vídeo de 2 a 3 minutos no canal desse influenciador deve custar em torno de 60 mil a 70 mil reais. “Mas é algo muito variável”, reforçou.

Retornos

“O retorno (dessas parcerias) a nossos patrocinadores é muito melhor do que qualquer anúncio na mídia. É um investimento relativamente baixo, com alto retorno, porque fala diretamente ao público que está interessado no tema”, disse Nathalia Arcuri, fundadora do canal MePoupe!, com 1,69 milhão de seguidores.
O MePoupe! começou em 2015 e desde 2017 tem como parceiro a modalmais, home broker da Modal DTVM, uma empresa do Banco Modal. Hoje, tem uma equipe de 12 pessoas.
Arcuri afirma que foi uma das pioneiras em parcerias com empresas de investimentos no formato mais longo e que procura se associar a marcas “totalmente alinhadas” com o que acredita. No caso da parceria com a modalmais, afirmou que também ajudou a formatar o conteúdo da plataforma digital da casa.
Na mesma linha, Thiago Nigro, do canal O Primo Rico, afirma que as propostas de patrocínio que aceita são “muito alinhadas” com sua linha editorial. “Meu foco é o longo prazo…minha reputação vem em primeiro lugar.”
Nigro, que vem do mercado financeiro, afirma que a parceria vai além da questão financeira, com muitas demandas dos próprios seguidores sendo levadas até a corretora e, em alguns casos, obtendo êxito. “Vejo que a gente mexe com um ecossistema e eu me vejo muito mais como um porta-voz dos ‘primos’, que briga com corretora para que ela seja a melhor.”
A liberdade de ação dos youtubers também faz parte dos contratos dessas parcerias, com os executivos das empresas que embarcaram nessa estratégia afirmando que não trabalham com retorno financeiro imediato, enxergando como uma iniciativa de médio a longo prazo, com um período de maturação.
“Nós entendemos que o simples fato das pessoas estarem se informando tende a nos beneficiar no médio e longo prazo”, disse Flora, do BTG. Na mesma linha, Vasconcellos, do Grupo XP, afirmou que as parcerias com youtubers deve gerar frutos “ao longo do tempo”.
Fonte https://exame.abril.com.br/marketing/empresas-de-investimentos-contratam-youtubers-para-atrair-clientes/

sábado, 26 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - PRORROGADA AS INSCRIÇÕES ATÉ ÁS 15 HORAS 28.05.2018 - 2o. SEMESTRE 2018


A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO




Liberação de funcionário para assistir aos jogos da Copa não é obrigatória

Muitas empresas, entretanto, estão adotando horário especial nos dias dos jogos do Brasil


A poucas semanas para o início da Copa do Mundo 2018, que será realizada na Rússia, os brasileiros já estão se programando para assistir aos jogos da seleção. Como algumas partidas acontecerão durante a semana, fica a dúvida se as empresas vão ou não liberar os funcionários para acompanharem os jogos.
De acordo com o professor de direito do trabalho da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Leandro Antunes, pela lei, as empresas não são obrigadas a liberarem os funcionários para assistirem aos jogos, mesmo que sejam da seleção brasileira.
"O que muitas companhias estão fazendo é adotar um horário especial nos dias dos jogos mais importantes, como o do Brasil, por exemplo, para que os funcionários possam acompanhar, mas diante a necessidade de compensação dessas horas", explica.
Segundo ele, na empresa em que não tiver acordo, o empregado terá que trabalhar normalmente mesmo na hora das partidas do Brasil.
"Há casos em que os gestores podem abonar as horas não trabalhadas ou permitir uma compensação. A negociação é livre e vai de caso a caso. A nova legislação trabalhista permite essa flexibilização. Quando a negociação é feita diretamente com o patrão por meio de um acordo individual, a compensação das horas extras deve ser feita em no máximo de seis meses, mas se foi feita por meio de uma convenção coletiva, esse prazo passa para um ano", explica.
Já nos casos em que a empresa permite que o funcionário assista aos jogos nas dependências do local de trabalho e não gastem tempo com deslocamentos, geralmente, a não é descontado esse tempo do empregado já que ele ficou à disposição das empresas.
"Nesse sentido, se acontecer algum imprevisto, o funcionário pode ser acionado para resolver o problema, mesmo na hora em que estiver assistindo à partida", finaliza.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/liberacao-de-funcionario-para-assistir-aos-jogos-da-copa-nao-e-obrigatoria/125011/

sexta-feira, 25 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - PRORROGADA AS INSCRIÇÕES ATÉ ÁS 15 HORAS 28.05.2018 - 2o. SEMESTRE 2018

A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO



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quinta-feira, 24 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - INSCRIÇÕES PARA O 2o. SEMESTRE 2018


A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO



Entenda porque as empresas preferem currículos direcionados

A verdade é que no nível executivo, as recomendações desempenham um grande papel na hora das contratações
 Todos nós sabemos que procurar emprego pode ser frustrante e que enviar currículos é só o começo de um processo que inclui muita espera. E ainda assim, talvez você nunca receba uma resposta.
Neste cenário tão familiar, muitas pessoas podem perguntar o que aconteceu com o seu currículo. Um ser humano sequer o viu ou ele foi perdido em algum processo mecânico?
O curioso caso do robô que envia currículos
Recentemente, eu li um artigo interessante escrito pelo diretor de uma organização nacional sem fins lucrativos que estava buscando um novo desafio. Ele se candidatou a diversas vagas de trabalho em empresas de tecnologia bem conhecidas, mas em pouco tempo começou a suspeitar que robôs, também conhecidos como “sistemas de rastreamento de currículos”, estavam “lendo” a maioria dos seus currículos.
Ele ficou tão frustrado pelos longos períodos de silêncio e a falta de uma resposta humana que decidiu tomar uma atitude radical: projetar seu próprio robô.
O “engenhoso mecanismo de rastreamento, planilhas e scripts” incluiu informações de contato dos gerentes de contratação e, em seguida, enviou um e-mail personalizado com um currículo e uma carta de apresentação pessoal para  os gerentes de contratação.
Ele também rastreou quantas vezes a sua carta de apresentação, currículo e perfil em rede social foram vistos, bem como as respostas dos empregadores. No total, o robô se candidatou a mais de 500 empregos em um período de três meses.
O que nos leva a uma grande pergunta: o incrível robô para se candidatar a emprego funcionou? A resposta, infelizmente, é não.
Resista ao impulso de bombardear os recrutadores com currículos
A verdade é que no nível executivo, as recomendações desempenham um grande papel na hora das contratações. Mas em qualquer nível, “pulverizar e rezar” provavelmente não funcionará.
É fácil compreender porque os candidatos pensam que devem se candidatar a tantos empregos para maximizar as suas chances de conseguir uma entrevista.
No entanto, se você analisar o lado do recrutador que está sobrecarregado com currículos para analisar diariamente, fica fácil entender porque isso não funciona.
De fato, os dados do Indeed demonstram que as pessoas com o maior número de currículos enviados são as menos propensas – 39% menos propensas – a receberem uma resposta positiva dos empregadores.
É muito mais eficiente escrever currículos direcionados e personalizados para as vagas de emprego nas quais você tem interesse. Uma vez que você tenha identificado o emprego desejado, o seu objetivo principal deve ser esclarecer para o empregador em potencial, porque você é a pessoa certa.
Quatro passos para ajudá-lo a conseguir o emprego
O que pode ajudá-lo a se destacar da multidão: aqui estão quatro passos para ajudá-lo a tornar seus currículos mais direcionados.
  1. Seja honesto consigo mesmo – a coisa mais importante que você pode fazer para melhorar as suas chances é avaliar com cuidado cada emprego para o qual você está se candidatando a fim de assegurar que você esteja apto. Seja honesto consigo mesmo e pergunte: 1) Você é qualificado para o emprego? e 2) Você realmente deseja este emprego?
Aqui está o que um recrutador pensa quando ele ou ela recebe currículos para cada emprego na sua empresa: você nem sequer leu a descrição do emprego. Acredite em mim, não é uma boa impressão. Isto não significa que você não possa se candidatar a mais de um emprego de cada vez – apenas assegure que eles todos sejam empregos nos quais você tem interesse e seja qualificada para.
  1. Analise e se candidate a cada emprego com cuidado – a qualidade é mais importante do que a quantidade, então se concentre em fazer algumas candidaturas de alta qualidade, lendo toda a descrição do trabalho, garantindo que você possa demonstrar as habilidades e qualificações necessárias, prestando muita atenção às instruções da vaga, lendo atentamente (e respondendo) todas as questões da vaga e, é claro, revisando a sua resposta antes de enviar o currículo.
  2. Seja organizado – os candidatos a emprego que obtiveram sucesso, abordam a busca com disciplina. Da mesma forma que você estudaria para uma prova ou realizaria uma tarefa particularmente difícil no emprego, reserve tempo suficiente para realizar cada busca, um passo de cada vez. Organize a sua candidatura e acompanhe o status de cada vaga de emprego.
  3. Mantenha um currículo limpo – tenha um currículo “limpo” à mão que você possa alterar para cada vaga de emprego. Por exemplo, adicionando detalhes relevantes ou enfatizando a experiência passada para se adequar a um emprego específico. Não comece com o último currículo que você criou para um emprego diferente – ter um currículo limpo tornará a candidatura a empregos mais conveniente, tornando assim o processo de se candidatar a um emprego mais tranquilo.
Esses passos podem não soar como alta tecnologia, como a criação de um robô para se candidatar a empregos, mas quanto mais direcionado e preciso você puder ser, melhor.
Por Paul Wolfe, VPS de Recursos Humanos da Indeed.
Fonte http://www.mundorh.com.br/entenda-porque-as-empresas-preferem-curriculos-direcionados/

quarta-feira, 23 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - INSCRIÇÕES PARA O 2o. SEMESTRE 2018

A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO


Como será a logística da Seleção até o início da Copa

Jogadores se apresentam no Rio e passam por Reino Unido e Áustria antes de chegar à Rússia

Lucas Figueiredo / Mowa Press
Edu Gaspar confirmou a logística do Brasil antes da Copa
A logística da Seleção Brasileira está definida. Será um caminho que começa na Granja Comary e chega à base em Sochi, na Rússia, a uma semana da estreia no Mundial.
A apresentação dos jogadores será na próxima segunda-feira, dia 21, em Teresópolis. No dia 27, um domingo, o grupo embarca para a segunda parte da preparação em Londres. No Reino Unido, juntam-se à delegação Marcelo, Casemiro e Roberto Firmino, envolvidos na final da Liga dos Campeões no dia 26.
A Seleção fará o seu primeiro amistoso de preparação no dia 3 de junho, contra a Croácia, em Liverpool. Depois, o grupo viaja para Viena e encara a Áustria no dia 10, no último amistoso antes da estreia.
Ainda no dia 10, a Seleção Brasileira finalmente desembarcará na Rússia. A delegação ficará hospedada em Sochi, cidade que recebeu os Jogos Olímpicos de Inverno em 2014.
Os jogadores viajam para a cidade de Rostov, palco da estreia, no dia 15. A partida contra a Suíça será no dia 17, às 15h (de Brasília).
Fonte https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/copa-do-mundo/noticia/2018/05/como-sera-a-logistica-da-selecao-ate-o-inicio-da-copa-cjh6m34fk084c01qox9vl9vnq.html

terça-feira, 22 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - INSCRIÇÕES PARA O 2o. SEMESTRE 2018

A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO


O público é multicanal. E a sua marca?

O número de pessoas que tem acesso à internet vem crescendo dia após dia. Segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 100 milhões de pessoas estão conectadas em todo o Brasil, somando mais de 63% dos domicílios do país. Um dos responsáveis por essa expansão são os celulares, presentes em 94,8% dos lares.
Quando se fala em engajamento, a mídia online apresenta ainda mais vantagens. De acordo com a 18ª Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2017-2021, realizada pela PricewaterhouseCoopers (PwC) – uma das maiores prestadoras de serviços profissionais do mundo nas áreas de auditoria, consultoria, entre outros, empresas que utilizam a tecnologia e a análise de dados para entender os desejos dos consumidores terão mais chances de crescimento nos próximos anos. No Brasil, o investimento em mídias digitais deve crescer 12% ao ano até 2021, já nas mídias tradicionais o ritmo será menor. Na TV, a projeção é crescer 5,5% ao ano, e nos jornais e revistas o investimento deve cair para 3% e 5% por ano, respectivamente.
Para que as marcas ganhem destaque e relevância no mercado é preciso que criem estratégias que vão impactar os consumidores nos canais em que eles estão conectados. Para que essa comunicação seja realizada de forma assertiva, as empresas precisam, em parceria com suas devidas agências, procurar entender como seu público alvo se relaciona com seus produtos ou serviços e por qual meio consome informações. Isso fará toda a diferença na hora de melhorar o engajamento com o consumidor final.
Como citamos anteriormente, o mobile é um dos principais canais utilizados pelos consumidores. Dessa forma, é imprescindível que as marcas criem estratégias direcionadas para este ambiente. Para isso, é necessário se atentar a alguns pontos específicos, já que a concorrência está cada vez mais acirrada pela atenção dos usuários de smartphones. É imprescindível desenvolver conteúdos relevantes, criar experiências envolventes e atuar com uma distribuição assertiva de target.
De maneira geral, a publicidade digital possui diversas oportunidades para os anunciantes ficarem mais próximos do seu público de forma multicanal. Como no ambiente virtual tudo acontece muito rápido e de maneira dinâmica, é importante que as marcas procurem trabalhar com foco em entregar a melhor experiência para o usuário.
Outro ponto relevante é que com o crescimento das novas gerações e, por consequência, dos novos potenciais consumidores que ainda entrarão na internet, os anunciantes precisam ter conhecimento de todas as informações pertinentes sobre perfis de compra antes de realizar uma campanha. Somente assim ela poderá despertar a curiosidade do público.
Podemos concluir que o digital corrobora muito para que seja feito o mapeamento dos perfis de cada público, distribuição de forma segmentada e ainda, acompanhamento dos resultados em todas as fases de contato. Com isso, será possível otimizar campanhas enquanto elas acontecem e, ainda, alcançar altas taxas de engajamento com um conteúdo único, pensado para vender o produto.
 * Victor Canô é CEO da Cazamba, empresa de tecnologia em mídia que permite marcas engajarem com seus consumidores
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-publico-e-multicanal-e-a-sua-marca/124891/

segunda-feira, 21 de maio de 2018

VESTIBULINHO ETEC - INSCRIÇÕES PARA O 2o. SEMESTRE 2018

A ETEC DE ARUJÁ ESTÁ CADASTRADA COMO ETEC PROFA. LUZIA MARIA MACHADO


Condomínios logísticos têm queda na taxa de vacância

A taxa de vacância nos condomínios logísticos de alto padrão no Brasil apresentou queda de 2 pontos percentuais no primeiro trimestre de 2018, em relação ao último trimestre do ano passado, encerrando o período em 23% .
O resultado é reflexo do saldo positivo da absorção líquida entre janeiro e março de 2018 em todo o país. Apenas Pernambuco registrou absorção negativa (-9 mil m2). Os estados que apresentaram maior volume de locação foram São Paulo (213 mil m2), Paraná (74 mil m2), Minas Gerais (55 mil m2) e Rio de Janeiro (53 mil m2). Os estados que registraram maior área devolvida foram São Paulo (63 mil m2), Minas Gerais (26 mil m2), Pernambuco (20 mil m2) e Paraná (7 mil m2). A pesquisa realizada pela Colliers International Brasil inclui todos os estados e o Distrito Federal.
Para Ricardo Betancourt, presidente da Colliers Brasil, a expectativa para os próximos meses é de leve queda na taxa de vacância, visto que há perspectiva de aumento do consumo das famílias e previsão de menor volume de inventário a ser entregue.
No primeiro trimestre de 2018, o mercado recebeu novo inventário nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Estes imóveis adicionaram 141 mil m² ao inventário no país, encerrando o período em 13.367 milhões de m².
Em relação ao preço pedido a média nacional tem leve queda, se comparado ao final do ano passado: R$ 19,00 m²/mês. No último trimestre de 2017, os preços eram de R$ 20,00 m²/mês. Distrito Federal (R$ 26,00 m2/mês) e o estado da Bahia (R$ 24,00 m²/mês) apresentam os maiores preços médios do país. Os menores preços pedidos são encontrados no estado do Ceará (R$ 14,00 m²/mês), Goiás (R$ 16,00 m²/mês) e Pernambuco (R$ 17,00 m²/mês).

Fonte https://newtrade.com.br/logistica/condominios-logisticos-tem-queda-na-taxa-de-vacancia/