terça-feira, 31 de julho de 2018

FRETE TABELADO LEVA EMPRESAS À FROTA PRÓPRIA

Com pouca esperança de reverter o tabelamento do frete no curto prazo, empresas começam a formar frotas próprias de caminhões para driblar o aumento do custo. A Cargill informou nesta terça-feira, 24, que analisa a aquisição de uma frota própria de caminhões e a contratação de motoristas. O ‘Estadão/Brodcast’ apurou que só a JBS comprou 360 caminhões em junho para ampliar sua frota e tem em vista a aquisição de outras unidades. Procurada, a empresa confirma a compra.
“Essa é a tendência – e digo isso com um certo pesar, porque não é o nosso negócio”, comentou o presidente da Associação Nacional dos Usuários de Transportes (Anut), Luis Henrique Teixeira Baldez. Mas ele confirma que diversas empresas, não só do agronegócio, estão formando frota. Algumas já tinham caminhões e estão retomando seu uso. Outras estão recorrendo a leasing ou aluguel de frotas inteiras.
Solução. O aluguel de caminhões tem sido a solução de curto prazo, já que há dificuldade em obter veículos novos. “A entrega é só para fevereiro do ano que vem”, disse o diretor executivo do Movimento Pró Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja), Edeon Vaz Ferreira.
Com caminhões e motoristas próprios, as empresas tentam escapar dos preços mínimos do frete fixados pelo governo que, em alguns casos, chegam a 100%. “Instalou-se um grau de insegurança jurídica muito grande e essa foi a forma que as empresas encontraram para continuar operando”, diz Vaz.
Em seu comunicado, a Cargill afirma que as compras de serviços de transporte sempre ocorreram com base na oferta e na procura. “Com o tabelamento, indústrias e exportadores terão que repensar a forma como irão operar no Brasil, pois cria-se uma ruptura no funcionamento natural da cadeia de suprimentos e desequilibra os contratos, a ponto de comprometer a confiança na expansão sustentável do agronegócio”, enfatizou no comunicado o diretor de grãos e processamento da Cargill para América Latina, Paulo Sousa.
A Cargill acrescentou que “o tabelamento é um atraso ao modelo econômico-social brasileiro e traz enormes impactos financeiros para a população que mais necessita de alimentos”. Na última segunda-feira, as entidades do agronegócio divulgaram um comunicado alertando para as consequências do tabelamento do frete: mais inflação, insegurança jurídica e o afastamento de investimentos do País. O Supremo Tribunal Federal analisa a constitucionalidade do tabelamento do frete.
Fonte https://newtrade.com.br/logistica/frete-tabelado-leva-empresas-a-frota-propria/

segunda-feira, 30 de julho de 2018

MÃOS ENRUGADAS, PORÉM ATIVAS



As vantagens de se investir no desenvolvimento da carreira pós-corporativa de um profissional prestes a se aposentar
Foi-se o tempo em que a terceira idade se preocupava apenas, com a novela da tarde ou em pegar um empréstimo consignado para realizar a viagem dos sonhos jamais feita em tempos de dedicação ao emprego. Pelo contrário, se no Século XX a rotina dos idosos foi ociosa, hoje o dinamismo e a experiência dessas pessoas acabaram se transformando em virtudes que os acresceram no mercado de trabalho.
Em resumo a população mundial está envelhecendo e não quer deixar de trabalhar. Ao menos é o que apresentam dados do último Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento, feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o documento, no início dos anos 2000 eram 606 milhões de profissionais idosos em atividade. Esse mesmo relatório concluiu que em 2050 serão cerca de 2 bilhões de trabalhadores acima dos 60 anos.
Essa reformulação é mais visível em países menos desenvolvidos. O Brasil não fica de fora da lista. Por aqui, segundo o Ministério do Trabalho, entre 2010 e 2015 houve um aumento de 30% da população idosa ativa no mercado de trabalho. Respectivamente, eram pouco mais de 361 mil trabalhadores com idade acima de 65 anos, e em cinco anos esse número aumentou 58% e alcançou mais de 574 mil trabalhadores.
São muitos os motivos para explicar a permanência dessas pessoas em seus postos. A renda familiar sofre um massacre diário por uma inflação de 4,17%, conforme boletim Focus, e o dinheiro tem deixado de ser suficiente para arcar com todas as contas. E como existem contas! Gastos com despesas médicas, remédios, alimentação adequada e balanceada, transporte de qualidade – uma vez que o transporte público nem sempre é o ideal, apesar da gratuidade – e o por último, o lazer. Isso sem mencionar os gastos com o lar e o conforto em casa.
No entanto, as vantagens de se investir no desenvolvimento da carreira pós-corporativa de um profissional prestes a se aposentar, também vem sendo levada em consideração pelas corporações. Tais entidades podem e devem se beneficiar da habilidade de transmissão de conhecimento desse profissional e da difusão das práticas que possibilitam a continuidade dos negócios, apostando em sua experiência como uma marca para deixar os negócios mais competitivos.
Apesar da força de vontade para não parar, não é em qualquer lugar que pessoas mais velhas podem exercer suas funções da forma mais adequada. As vagas estão concentradas principalmente em empresas de administração, almoxarifado, comércio, instituições de ensino, transporte e administração pública. Locais nos quais o que mais conta é o esforço mental e o poder de decisão. Por outro lado, graças a uma questão laboral ou de esforço físico, indústrias, construtoras, telemarketing e segurança não são ideais.
Contudo, em um país com mais de 13,7 milhões de desempregados e um salário mínimo nada suficiente para a renda de uma família, não podemos desprezar as mãos enrugadas que ainda insistem em trabalhar. Cansadas ou não, é melhor tê-las ativas do que tê-las em filas de hospitais, em busca de uma falsa qualidade de vida, que jamais poderá ser adquirida com a falta de dinheiro no bolso.
Por Astrid Vieira, diretora e consultora da empresa Leaders HR Consultants
Fonte https://www.mundorh.com.br/maos-enrugadas-porem-ativas/

domingo, 29 de julho de 2018

NOVA FUNÇÃO DO INSTAGRAM PROMETE CHACOALHAR O MERCADO DIGITAL

Um dos motivos pelos quais o IGTV chama a atenção é que ele veio para concorrer diretamente com outro gigante do setor: o Youtube

O Instagram acaba de marcar um gol de placa ao desenvolver mais uma função que promete movimentar o mercado digital: o Instagram Television (IGTV). Trata-se de uma função desenvolvida exclusivamente para a publicação de vídeos de até uma hora. Até hoje, o limite máximo de tempo era de um minuto para as publicações no feed.
A nova ferramenta, que pode ser usada dentro do próprio aplicativo – um ícone de televisão foi inserido no canto superior direito da tela, o que me faz lembrar que estamos diante de uma nova forma de ver TV – ou em um App independente, tem como foco principalmente os criadores de conteúdo com conta verificada, ou seja, com aquele "check" azul ao lado do nome que identifica os perfis.
Isso demonstra o claro objetivo do Instagram de estreitar os laços, leia-se negócios, com influenciadores, celebridades e marcas, que trazem para a rede (e para os próprios Instagramers) diversas oportunidades e cifras vultuosas. Aliás, bastou a atualização para vários deles já anunciarem novas ações para o IGTV. Vale lembrar que os usuários comuns, diga-se de passagem, também foram contemplados com a novidade, só que com um tempo bem menor, é claro: apenas 10 minutos.
Um dos motivos pelos quais o IGTV chama a atenção é que ele veio para concorrer diretamente com outro gigante do setor, o Youtube. Para isso, o Instagram lançou mão de alguns recursos, a começar pela disposição do vídeo, que deve ser feito na vertical, seguindo a linha de uso do smartphone. O Youtube já havia feito isso recentemente, quando permitiu que as postagens fossem feitas em seu App na vertical, acabando com o dilema dos usuários que queriam assistir a um vídeo em tela cheia nessa posição, mas tinha de posicionar o celular na horizontal.
Outra novidade é a definição dos vídeos, que passam a ter 4k, conferindo à imagem alta resolução. Isso só reforça que a estratégia de criação de vídeos para serem consumidos no celular tem tudo para ser cada vez mais profissional e, portanto, promissora. Agora mais do que nunca é possível gerar conteúdos de excelente qualidade para as empresas, sem que para isso elas precisem fazer altos investimentos na criação, desenvolvimento e veiculação dos mesmos. Vale lembrar que, por enquanto, os vídeos do Youtube possuem resolução HD de, no máximo, 1080p, bem inferior ao da IGTV, o que, com certeza, vai forçar a concorrente a apresentar melhorias nesse quesito.
Esses pontos, por si só, têm tudo para impactar a forma como assistimos a esse tipo de conteúdo na internet e também a geração de novos negócios. A briga promete ser boa, o que é ótimo para o mercado. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
Denis Casita  é especialista em Marketing Digital e CEO da Performa Web. Graduado em Administração para Internet pela FIAP, possui especializações na área de Marketing Online, Análise e Planejamento Financeiro, Técnicas de Feedback e Liderança pela FIA, além de ser Especialista em Search Marketing. Fundou a Performa Web quando tinha apenas 22 anos, e conduz o trabalho de sua equipe com uma carteira de mais de 40 clientes, como a Barred's, Submarino Viagens, CVC, Fnac, Ri Happy Brinquedos e Nike. A empresa já acumula as certificações Google Partner Premier e Bing Elite.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/nova-funcao-do-instagram-promete-chacoalhar-o-mercado-digital/125692/

sábado, 28 de julho de 2018

9 PASSOS PARA ALCANÇAR QUALQUER OBJETIVO

Confira 9 diretrizes que o ajudarão nesta busca pela posse de suas ações, decisões, sucessos e fracassos e, principalmente, fazer com que o jogo comece a virar

Com toda certeza, você se lembra da Dorothy, do Espantalho, do Homem de Lata e do Leão Covarde do filme O Mágico de Oz, de 1939, baseado no romance infantil de L. Frank Baum. Um tornado tira Dorothy de sua fazenda no Kansas e a joga em um estranho mundo de fantasia. O Espantalho vive uma vida estagnada em meio a milhos e corvos porque seu criador esqueceu-se de dar-lhe um cérebro. O Homem de Lata, enferrujado, incapaz de agir sem coração. E o adorável Leão Covarde? Ele não tem coragem e coragem, e, sem coragem, vive uma vida medíocre, muito abaixo do seu potencial.
Os personagens do romance se sentem vítimas das circunstâncias e de suas deficiências e, acreditando que não podem mudar as coisas sozinhos, partem para a Terra de Oz, na esperança de encontrar um bruxo todo-poderoso que resolva todos os problemas de suas vidas.

A mensagem tem um princípio simples: não deixe que suas circunstâncias definam quem você é e, principalmente, até onde você consegue chegar. Não podemos confiar nossa historia ao acaso ou a nenhuma varinha mágica.
Abaixo separei 9 diretrizes que o ajudarão nesta busca pela posse de suas ações, decisões, sucessos e fracassos e, principalmente, fazer com que o jogo comece a virar.
1. Faça uma lista
Para alcançar seus objetivos, primeiro você terá que determinar exatamente quais eles são. Lembre-se: para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Não deixe que este processo o domine - confie no instinto. Coloque todos os seus objetivos no papel sem se preocupar com o quão difícil será alcançá-los. Depois de todos os seus objetivos postos no papel, é hora de fazer um debate interno de quais ações serão necessárias para alcança-los. Você verá que aparecerão novos hábitos, novas estratégias, novas atitudes. É essa parte da lista que mais importa e, faça o que fizer, não coloque sua lista em uma gaveta qualquer, deixe em algum local para consulta-la regularmente.
2. Diga não às distrações
Você pode ser muito organizado e sua mesa pode até parecer uma foto do Pinterest, mas se você não conseguir eliminar outras distrações, isso não adiantará nada. Mídias sociais, problemas externos, telefonemas constantes e sem propósitos de amigos e familiares e compromissos pessoais são as principais distrações que alguém com meta e objetivo traçado pode ter. Defina um cronograma para você e cumpra-o, mesmo que não haja ninguém para supervisioná-lo. Se você quer ganhar como o melhor profissional, comece sendo só profissional.
3. Pare de procrastinar
Eu sei que existem tarefas que nós vamos deixando por último. O check list vai aumentando e elas continuam lá. Embora a procrastinação possa parecer inevitável. Se começou, termine. A autodisciplina é imprescindível para o sucesso e alcance de nossos objetivos.
4. Assuma a bronca
É bastante comum ouvir pessoas atribuírem seu fracasso a motivos que lhes são externos: famílias, governos, instituições, etc. Essa transferência de responsabilidade, justificativa mal dada para nossos fracassos, é um pacto de mediocridade para dar respostas a uma vida sem brilho, sem projetos, sem realização. Não seja este cara. Errou, assume a bronca e recomeça. Por que este item faz parte da lista? Porque não há objetivo conquistado sem tropeços e, se você não assumir seus próprios erros não entenderá como eles aconteceram e, principalmente, não mudará.
5. Seja proativo
Todos nós temos objetivos de vida e normalmente são aqueles que sonhamos que aconteçam “um dia”. Sem pressa. Sem planejamento. Esse pensamento precisa mudar se você quiser que as coisas aconteçam. Pare de perder tempo e sonhar. Transforme seus sonhos em planos. Quem quer chegar lá, precisa agir. Eu divido minhas metas em três etapas: Ser, Ter e Fazer. Quem eu quero ser, o que eu quero ter e, o principal, o que eu tenho que fazer para chegar lá.
6. Desafie a gravidade
A gravidade é a força que atrai dois corpos um para o outro. Por causa dela, maçãs caem em direção ao solo, e os planetas do nosso sistema orbitam o sol. Quanto maior a massa de um objeto, mais forte sua atração gravitacional. Assim também acontece conosco. Quanto maior você estiver, mais próximo de seus objetivos, maiores serão os obstáculos e problemas. Não desista. Desafie a gravidade e encare seus problemas de frente.ê mesmo esta pessoa. Pare com essa postura de “nada dá certo comigo”, “tenho azar”, “não consigo” e afins. Faça um exercício comigo. Durante 07 dias, não reclame de nada. De nada. Nem do sol, nem da chuva, nem do trânsito, nem de nada ou ninguém. Faça o oposto. Sempre que algo te afligir, agradeça. Sim, parece loucura, mas, simplesmente, diga “obrigado”. Você vai ver sua vida melhorar 100%. Ao queixar-se das coisas, permanecemos em um estado de preocupação e de emoções negativas (ressentimentos, desejos, angústias) e, muitas vezes não enxergamos as coisas boas que acontecem.
7. Pare com o MiMiMi
Todo mundo conhece alguém que está sempre se queixando de tudo, assumindo um papel de pessoa prejudicada, ferida, insatisfeita, que costuma culpar o mundo ou os outros, mas que pouco faz para sair desse poço escuro. Soa familiar? Pode ser você mesmo esta pessoa. Pare com essa postura de “nada dá certo comigo”, “tenho azar”, “não consigo” e afins. Faça um exercício comigo. Durante 07 dias, não reclame de nada. De nada. Nem do sol, nem da chuva, nem do trânsito, nem de nada ou ninguém. Faça o oposto. Sempre que algo te afligir, agradeça. Sim, parece loucura, mas, simplesmente, diga “obrigado”. Você vai ver sua vida melhorar 100%. Ao queixar-se das coisas, permanecemos em um estado de preocupação e de emoções negativas (ressentimentos, desejos, angústias) e, muitas vezes não enxergamos as coisas boas que acontecem.
8. Seja uma versão melhor de você
Pense em quem você quer ser. Como essa nova e melhorada versão de você mesmo irá agir? Como você vai pensar, falar e viver? Comece a se vestir melhor, se portar como profissional, falar como tal. Mude sua postura. Olhe os outros nos olhos e ouça o que eles dizem, em vez de olhar para a distância ou deixar sua mente vagar. Seja deliberado sobre as palavras que você usa. Se você puder aprender com os outros, causar uma boa impressão e se disciplinar para mostrar ao mundo suas verdadeiras aspirações, o sucesso será muito mais provável.
9. Creia
De quantos nãos você é feito? Não importa quantos “nãos” você receba, creia em você. Quantos exemplos você tem de pessoas que receberam muito mais negativas que você e conquistaram o mundo? Colonel Harland Sanders, do KFC, Jack Ma, do Alibaba, Matsushita, da Panasonic, e tantos outros. A lista não termina. O ator Jim Carrey cresceu tão pobre que, em certa ocasião, seu pai perdeu o emprego e foram morar em uma Van. Ele conta que, no início de sua carreira, enquanto dirigia seu carro velho a caminho de Los Angeles, pegou seu talão de cheques e fez um cheque de U$ 10 milhões. Escreveu no canhoto "Por prestação de serviços prestados" e guardou em sua carteira. Naquele momento, Jim definiu uma meta inimaginável naquele momento, mas ele acreditou que era possível. Nos próximos cinco anos, o ator conquistou fama mundial e, no auge de sua carreira, seu salário chegou a U$ 20 milhões por filme. Não é papo de guru. Entenda uma coisa: Você tem o direito, a capacidade e até a obrigação de criar sua própria melhor realidade. Acredite.
Espero ter ajudado com esses pequenos passos que apliquei em minha vida há poucos anos e me transformaram. A ideia é ajuda-lo a se mexer para que as coisas comecem a acontecer. Levanta e anda. A vida está passando enquanto você está aí jogado no sofá mexendo no celular. 
Lucas Atanazio Vetorasso — CEO do Grupo ATNZO, aos 33 anos, o jovem estrategista e Imortal da Academia Brasileira de Escritores possui mais de 550 franquias na conta.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/9-passos-para-alcancar-qualquer-objetivo/125775/

sexta-feira, 27 de julho de 2018

AZUL QUER RESOLVER UM DOS PROBLEMAS MAIS ANTIGOS DO BRASIL

Estradas esburacadas, roubos de carga e uma malha ferroviária pequena e fragmentada são alguns dos problemas da logística no Brasil

Azul SA, a mais nova entre as empresas aéreas brasileiras, acredita ser capaz de resolver um dos problemas mais antigos do País.
A empresa fundada pelo empreendedor David Neeleman quer ajudar a resolver os gargalos logísticos do Brasil, que representam um grande peso para a maior economia da América Latina. Estradas esburacadas, roubos de carga e uma malha ferroviária pequena e fragmentada em um país de proporções continentais são apenas algumas das razões pelas quais a infraestrutura do Brasil é sempre tão mal classificada pelo Banco Mundial.
Atualmente, apenas 3 a 4% da receita anual da Azul vem do setor de cargas, mas as vendas estão crescendo rapidamente. A empresa teve um aumento de 61% nas receitas geradas com remessas transportadas nos compartimentos de carga de aviões de passageiros no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. E o resultado saiu antes da greve dos caminhoneiros, que parou o Brasil por 10 dias no mês passado.
A Azul planeja começar a operar seus dois primeiros aviões de carga Boeing 737-400 até o fim do ano, segundo o CEO John Rodgerson. A empresa planeja também expandir uma rede de 200 lojas de remessa de cargas e aguarda aprovação regulatória para um acordo para fazer remessas aéreas para os Correios, o primeiro do tipo, disse ele.
“O Brasil tem um enorme problema de logística”, disse Rodgerson, em entrevista, na sede da empresa, na grande São Paulo. “Muita gente pensa: ‘OK, vou transportar mercadorias de caminhão porque sai mais barato’. Será? Você precisa de seguro e não tem a certeza de que o produto realmente chegará. Os aeroportos são os lugares mais seguros do mundo.”

Ação em dificuldades

Quanto a seu principal negócio, de passageiros, a Azul estima que seus assentos disponíveis por quilômetro, um indicador de capacidade do setor, crescerão 17% neste ano, quando a empresa transportará 25 milhões de pessoas e contratará 1.000 funcionários, um aumento de quase 10% da sua força de trabalho, disse Rodgerson.
As ações da empresa aérea têm enfrentado problemas nos últimos meses e perderam mais de 40% desde a alta recorde de abril. No fechamento do pregão de sexta-feira, a R$ 22,83, as ações eram negociadas perto do preço da oferta pública inicial de abril de 2017. O aumento dos preços do petróleo e o dólar mais forte são os grandes culpados e levaram a Azul a acelerar um plano de renovação de aeronaves para ampliar a eficiência de combustível de sua frota.
Ao mesmo tempo, os dois novos aviões de carga da Azul – e, em especial, o acordo com os Correios — colocarão a empresa em posição privilegiada para aproveitar o momento em que a maior varejista on-line do mundo se expande no Brasil. Após anos vendendo apenas livros no País, a Amazon.com lançou um marketplace de eletrônicos e eletrodomésticos no ano passado.
Cada vez mais empresas estão decidindo transportar produtos de maior valor por avião em vez de se arriscarem e enviarem itens por caminhão por centenas ou até milhares de quilômetros de rodovias esburacadas e propensas a roubos, disse o CEO. A greve dos caminhoneiros contra o aumento dos preços do diesel, no mês passado, ilustrou a necessidade de métodos alternativos de transporte.
“A situação atual é mais desafiadora”, disse Rodgerson, “mas isso não muda o que queremos fazer”.
Fonte https://exame.abril.com.br/negocios/azul-quer-resolver-um-dos-problemas-mais-antigos-do-brasil/

quinta-feira, 26 de julho de 2018

VOCÊ JÁ PENSOU EM INVESTIR EM MARKETING DE RELACIONAMENTO?

Entendendo a diferença entre o conceito de propaganda que já conhecemos e aquele que traz uma abordagem de proximidade e confiança para com o seu público

Um dos pilares da dinâmica do meio empresarial é a contínua exigência por renovações e melhorias naquilo que o nosso serviço tem a oferecer para a sociedade. Estamos sempre buscando conhecer novas ferramentas e dispositivos que, muitas vezes, através de uma simples adição e reformulação, solucionam grandes problemas e assim, se tornam mais atrativos ao nosso público. E embora isso seja de suma importância para a vitalidade de qualquer empresa, existe também um outro fator que certamente merece a nossa atenção: a maneira como difundimos nossas marcas no mercado. Afinal, feitas as pesquisas de produto, de demanda, após os aperfeiçoamentos técnicos e práticos, fica uma pergunta: quem está lidando, de fato, com o usuário que irá consumir todo este trabalho?

O que é o Marketing de Relacionamento?

A essencialidade do marketing não é novidade para ninguém. Grandes capitais continuam a ser investidos na busca de novas ideias imagéticas e cativantes para que não deixemos de ser referência em nosso segmento e possamos manter o nosso nível de competitividade. Mas, é preciso que passemos a enxergar o nosso cliente como um dos nossos recursos mais eficazes quando tratamos da difusão positiva de uma marca. Um cliente que não fique apenas satisfeito com o que adquiriu, mas verdadeiramente atônito e espontaneamente propagador – e defensor - da experiência que teve com a empresa faz toda a diferença. E este processo vai muito além da etapa de fidelização.

Assim como qualquer objetivo existente no mundo corporativo, o marketing de relacionamento nasce de uma estratégia. De um estudo de mercado que avalie as necessidades daquele público, as entregue de maneira mais precisa e alinhada possível e, após esta etapa, siga com um acompanhamento completo sobre a experiência que o seu consumidor terá com o que adquiriu.
Este cliente, antes de mais nada, precisa ser ouvido. Precisa poder contar com resoluções rápidas e efetivas de seus problemas e de um atendimento cuidadoso e personalizado que preencha todas as lacunas de sua demanda. Além disso, a empresa deve sempre se manter atenta à pequenas medidas diferenciais que conseguem manter o seu nome na memória do seu público, levando aquela interação para fora de seu estabelecimento ou plataforma digital, acompanhando-o em seu cotidiano e assim, se fixando em suas preferências e tornando-se gradualmente uma autoridade em sua área de atuação.

Por que isso ocorre?

Entendemos que “relacionamento” é a palavra-chave neste tópico justamente pela importância das interações estabelecidas tanto com o seu público quanto entre ele e o mundo ao seu redor. Como seres sociais, é da nossa natureza o diálogo e o compartilhamento de informações – especialmente as positivas. Logo, o seu serviço oferecido pode ser recomendado, mencionado, elogiado quando o seu cliente não estiver mais exatamente no ato do consumo; ele está, mesmo que indiretamente, realizando a propaganda mais autêntica que existe. Tudo porque o seu sentimento referente à empresa foi bom o suficiente para estimular este comportamento em seus relacionamentos interpessoais e rotineiros.

Principais medidas

Uma pesquisa realizada pela revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios revelou que 61% da população afirmou que prioriza um bom atendimento em relação a qualidade do produto em si. Embora, obviamente não devamos deixar a otimização daquilo que fornecemos de lado, precisamos levar estes dados em conta. Ouvidorias, SACs especializados e resolutivos, programas de capacitação de equipes e investimentos na qualidade dos canais de comunicação, por exemplo, são passos que já diferenciam uma empresa, como por exemplo o tratamento oferecido ao seu cliente.

As interações em redes sociais também não devem ser esquecidas; publicações que impulsionem o seu serviço de forma descontraída e cotidiana, que façam com que sua empresa se mantenha presente no decorrer do dia do seu público de forma ativa com perguntas e conteúdo de natureza leve e descontraída, por exemplo, são fundamentais para a fixação de uma marca sem abordagens excessivas e agressivas para com seus consumidores.

Também podemos investir em programas de fidelidade, métricas de mensuração de resultados e satisfação, benefícios, brindes materiais e utilitários no dia-a-dia que realcem sua identidade visual e objetivo empresarial – passos estes que garantem a retenção de um nicho fiel de compradores, e não apenas uma cartela rasa e volátil que seja suscetível a ofertas mais tentadoras das empresas concorrentes. Afinal, uma pesquisa realizada pelo instituto Marketing Metrics revelou que conquistar um novo cliente pode ser até 14 vezes mais caro do que investir em etapas de contenção daqueles já existentes. Ou seja, qualidade – ou neste caso, fidelidade e preferência - vale mais do que quantidade.

Priorização de interesses

Dados estes pontos, vemos que o marketing de relacionamento é, em sua essência, o ato de dar prioridade ao que o seu público procura dentro da sua área de atuação. Quando investimentos no contentamento de nossos consumidores antes de qualquer coisa, estamos, por consequência, investindo no sucesso da empresa como um todo, pois são eles a base que sustenta o todo o nosso crescimento no mundo corporativo.

Para trabalharmos em nossa imagem, trabalhemos então, na sua construção honesta ao interagirmos com aqueles que nos mantém aqui, ativos e perseverantes no mercado, sempre buscando algo novo e otimizado para atender à todas suas necessidades dentro de nossas capacidades como provedores de soluções.

*Régis Lima tem mais de 16 anos de experiência em Gestão de Equipes e atuação em cargos executivos de empresas nacionais e multinacionais do mercado de TI. Atualmente é diretor executivo na Lumen IT

Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/voce-ja-pensou-em-investir-em-marketing-de-relacionamento/125680/

quarta-feira, 25 de julho de 2018

COMO FUNCIONA A TRANSIÇÃO DO FUNCIONÁRIO CLT PARA PJ

Nesse momento de mudanças é bastante comum surgirem muitas dúvidas sobre os benefícios, deveres e precauções de um PJ

Atualmente, o mercado e as relações de trabalho têm passado por algumas mudanças. É notório, por exemplo, o aumento de ofertas de emprego como pessoa jurídica, e muitos funcionários que antes eram contratados em regime CLT estão aceitando a possibilidade de trabalharem como PJ. 
Além disso, também existem os casos de trabalhadores que decidem empreender em pequenos negócios e ganham uma nova responsabilidade: informar-se a respeito das obrigações de ter uma micro ou pequena empresa. 
Nesse momento de mudanças, é comum surgirem muitas dúvidas sobre os benefícios, deveres e precauções de um PJ. Nessas condições de trabalho, o 13º salário, férias e o fundo de garantia pelo tempo de serviço geralmente são abolidos. No entanto, algumas companhias procuram manter alguns desses itens. Cabe ao empregado fazer alguns cálculos e avaliar se o salário suprirá a ausência de todos esses benefícios.
Outra questão que deve ser levada em consideração diz respeito à contribuição para a Previdência Social, que traz benefícios como a aposentadoria por idade, por tempo de contribuição, por invalidez, auxílio doença, salário maternidade, pensão por morte entre outros. 
Além disso, para abrir uma empresa é necessário contratar o contador que ficará responsável pelos formulários, entrega da declaração do Imposto de Renda da companhia e da pessoa física, entre outras obrigações. Esses são alguns dos detalhes que um funcionário ao virar PJ deve começar a se preocupar. Não é impossível realizar essa transição, mas é necessário estar ciente de cada ponto burocrático para não enfrentar problemas no futuro.
Dora Ramos  é especialista em contabilidade e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br).
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-funciona-a-transicao-do-funcionario-clt-para-pj/125778/

terça-feira, 24 de julho de 2018

NUNCA É CHAMADO PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO? VOCÊ PODE ESTAR ERRANDO NISTO

Se você já teve muitas tentativas falhas na busca de emprego (ou nem sabe por onde começar), confira as dicas da headhunter da Page Talent

São Paulo – Na busca do primeiro emprego, uma das partes mais frustrantes é esperar pela resposta do recrutador. Tudo o que você quer é ser chamado para a entrevista daquela vaga legal. E, às vezes, sua paciência não é recompensada.
Se você já teve muitas tentativas infrutíferas (ou nem sabe por onde começar), vale rever sua estratégia usando as dicas da headhunter da Page Talent consultada pelo Site Exame.
Segundo Juliana França, usando a internet os candidatos têm condições de conhecer as empresas antes de disputar a vaga, mas muitos ainda chegam despreparados para os processos de seleção. Deixar de fazer essa “lição de casa” é perder pontos nas seleções mais rigorosas que analisam tanto aspectos técnicos quanto comportamentais.
São os erros comuns e persistentes que mais prejudicam os jovens candidatos. Confira as dicas da especialista sobre o que pode estar errado na estratégia de quem está em começo de carreira:

Falta de foco

Antes  de montar um currículo, o primeiro passo é encontrar seu foco. “Cada vez menos a graduação diz a área que a pessoa vai trabalhar”, diz Juliana.
Assim, o futuro candidato deve pensar no que deseja para o primeiro emprego, avaliando as matérias que mais gostou na faculdade e que tiveram maior impacto em seu aprendizado. Também vale refletir sobre experiências extracurriculares que fizeram mais sentido na sua trajetória, como participação em entidades estudantis, aulas de idiomas, voluntariado, entre outras.
Para definir seu perfil profissional, reveja sua posição em trabalhos em grupo da faculdade porque ela diz muito sobre você. “Você pode ser mais comunicativo e gostar de fazer apresentações, coordena o grupo ou prefere uma parte mais analítica. São indicações do que preferiria fazer dentro de uma empresa”, explica.
Encontrando um foco, é possível pensar em empresas que se alinhem com seus valores e objetivos.

Erros no currículo

Você faz uma última revisão antes de enviar seu currículo? Deveria. Segundo a headhunter, erros de português ainda são muito comuns, especialmente tropeços “bobos” de digitação que mostram que faltou atenção. Um erro assim pode eliminá-lo da pesquisa por termos chave, quando o RH procura por requisitos para certa vaga no banco de currículos.
A especialista também recomenda não colocar adjetivos soltos. “Eles não fazem sentido no currículo e se referem a habilidades que serão avaliadas na entrevista”, diz.
Para organizar as informações, Juliana recomenda desenhar uma linha cronológica da sua trajetória pessoal e acadêmica. A partir disso, fazer uma redação para se apresentar a públicos diferentes, como se falasse com os pais, amigos e professores.
“Você vai adaptar a história a cada um e perceberá o que é mais relevante. Para avaliar se uma atividade é relevante, pense no significado que ela teve para você, se ela fez com que você aprendesse alguma coisa”. A dica vale também para se preparar para a dinâmica de grupo e a entrevista. Saiba mais: As 50 perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego 
Na hora colocar tudo isso no papel, é preciso cuidado para não inovar demais no formato. Uma ordem básica deve ser mantida para facilitar que o recrutador entenda suas informações facilmente. O nome e contatos, por exemplo, devem sempre aparecer primeiro.

Desatenção a prazos

Organização é tudo. Não adianta se preparar e depois perder o prazo. Além de estar atento a datas e horários para as fases do processo, a dica da headhunter é ser seletivo e evitar participar de processos demais. O candidato deve priorizar as empresas e a área que realmente quer.
“A pessoa quer finanças, mas entra no processo para RH, enquanto tenta 10 processos ao mesmo tempo. Fica difícil se dedicar a um deles e o preparo fica pior. Quando se dedica a poucos, mas que gosta e conhece, a qualidade da participação no processo é diferente”, diz.
A busca por emprego também deve ser vista como um trabalho diário. Vale dedicar algumas horas do dia a essa tarefa.

Impaciência

O prazo para dar uma resposta aos candidatos varia de uma empresa para outra, mas elas se esforçam para entrar em contato com todos os participantes. Juliana fala que é normal ficar ansioso, mas que é preciso paciência.
Não tem problema entrar em contato, no entanto não é bom fazer cobranças constantes antes do prazo terminar. Uma boa iniciativa é tirar as dúvidas sobre o calendário do processo e quando pode esperar um feedback com o recrutador durante a dinâmica. “Isso até mostra que há maior interesse”, diz.
Durante o período de espera, é possível se manter produtivo. Se nem sempre as empresas que você deseja estão com vagas abertas, vale usar o tempo para pesquisar mais e descobrir como é trabalhar nelas.
Fonte https://exame.abril.com.br/carreira/nunca-e-chamado-para-entrevista-de-emprego-voce-pode-estar-errando-nisto/

sexta-feira, 13 de julho de 2018

BLOG DA ETEC DE ARUJÁ - EM MANUTENÇÃO


O Blog da ETEC de Arujá estará em manutenção até 23.07.2018.

Caso queira falar com a ETEC entre em contato pelo telefone 4653-3378.

Volta às aulas em 24.07.2018.

Bom recesso.
                       

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Mobilidade e a revolução das insurtechs

Estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.
Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade. 
Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos. 
Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel!
E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança!
Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos. 
Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão!
 *Henrique Mazieiro é diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/mobilidade-e-a-revolucao-das-insurtechs/125545/

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Como delegar tarefas efetivamente?

Os OKRs também são bons porque eles permitirão que sua equipe delegue as tarefas entre a equipe
Delegar efetivamente é uma das chaves que você precisa aprender para levar a sua empresa ao sucesso. Ao longo do tempo aprendi na prática alguns pontos importantes que acho relevante serem compartilhados com quem também está em busca desse processo.

1) Escolha uma ferramenta para definir objetivos

Uma das questões que eu comecei a perceber enquanto delegava tarefas para meu time foi a falta de coordenação e foco. Isso começou a gerar uma ansiedade em todo o time que não tinha clareza no que os pares deles estavam trabalhando, nem mesmo entendiam o motivo daquele trabalho estar sendo realizado.

Uma das coisas que nós fizemos para resolver esse problema foi começar a trabalhar OKRs trimestrais, um método que permite que seu time defina como o trabalho que ele está desenvolvendo está conectado com toda estratégia da companhia.

A maneira como o processo será conduzido é perguntando a cada um dos subordinados diretos, com base na estratégia geral da empresa para definir:

  • 2 ou 3 objetivos para cada área;
  • Pelo menos 4 resultados-chave para cada objetivo

Objetivos sempre podem ser algo inspirador e amplo, no entanto, os principais resultados sempre precisam ser SMART (Specific, Measurable, Attainable, Relevant and Time based – em português, específico, mensurável, atingível, relevante e baseado no tempo). Assim, um exemplo poderia ser:

Objetivo 1: Melhorar a satisfação do cliente
Principais Resultados # 1: Implementar a metodologia NPS para medir a satisfação do cliente até o final do mês
Resultado-chave nº 2: atingir um NPS de +20

Os OKRs também são bons porque eles permitirão que sua equipe delegue as tarefas entre a equipe. Aliás, se é essa é uma ferramenta que você gosta, seria importante ler algum material adicional para entendê-la mais profundamente. Outra opção é procurar ferramentas de definição de objetivos. O MBO (gerenciamento por objetivos) é outra ferramenta muito popular. Trabalhar apenas com KPIs é algo que eu não recomendo, pois nem sempre permite que você veja o que realmente está acontecendo.

2) Não faça micro-gestão, seja parceiro

Algo que notei na minha experiência como um empreendedor extremamente ansioso, ambicioso e impaciente é que quando recebi o feedback de que precisava delegar mais, tornei-me um gerente ausente. Isto é, quando alguém me veio com um problema, eu comecei a ter atitudes como: “não me traga problemas, me traga soluções”.

Isso é uma coisa terrível de se fazer, pois você está literalmente desencorajando sua equipe a te avisar quando ela está perdida ou precisa de sua ajuda. No final do dia, seu trabalho como líder é orientar o seu time e apenas intervir quando eles pedirem ou você perceber que eles estão perdidos. Como resultado disso, passei a ser visto como um parceiro, sem deixar de fazer o gerenciamento.
Por Luca Cafici, CEO e co-fundador da InstaCarro, startup de compra e vendas de carros
Fonte http://www.mundorh.com.br/como-delegar-tarefas-efetivamente/

terça-feira, 10 de julho de 2018

OPORTUNIDADE PARA EX ALUNOS DA ETEC - BOLSA DE ESTUDOS - INSCRIÇÕES ATÉ 13.07.2018



A criativa logística reversa do Brasil

RESIDUOELETRICOUm arranjo informal e criativo destina mais de 60% das embalagens produzidas no Brasil para as fábricas após entregar seu conteúdo aos consumidores de todo o país.
A produção de embalagens é um componente importante na economia das nações desenvolvidas. Isto se deve ao fato dos produtos necessitarem de embalagens para serem distribuídos. Hoje, mais de 80% do que é produzido nas fábricas acaba sendo encaminhado ao mercado dentro de algum tipo de embalagem.
O fornecimento de embalagens é tão crítico que, na eventualidade da falta deste insumo na produção, a maioria dos produtos não conseguiria deixar as fábricas e as empresas parariam de emitir notas fiscais. A indústria brasileira de embalagem está alinhada tecnologicamente e em capacidade de produção com suas congêneres dos países desenvolvidos e aqui estão presentes com suas fábricas, 18 das 20 maiores industrias mundiais deste segmento. O Brasil produz e exporta muitos tipos de embalagens e o setor gerou, em 2014, o faturamento de R$ 48 bilhões, o que representa uma parcela significativa do PIB nacional.
Fazer com que todas estas embalagens recebam um encaminhamento adequado após entregarem no destino não é tarefa fácil. O destino destas embalagens pós consumo se torna um problema para as prefeituras municipais, a quem cabe providenciar a coleta de lixo, pois este é o destino dos assim chamados “Resíduos Sólidos Urbanos” nos quais as embalagens figuram como um dos componentes.
Quando se trata deste tema, a questão ambiental tem dominado de tal forma os debates sobre o que fazer com o lixo urbano que vem sobrepujando, inclusive a questão do saneamento público, a ponto de merecer a promulgação de uma lei federal específica para tratar do destino dos tais resíduos. Esta legislação prevê a ação integrada e a responsabilidade compartilhada entre estado, empresas e sociedade e objetiva reduzir os problemas decorrentes do impacto ambiental causado pelo lixo urbano.
Um dos seus principais objetivos é ampliar os índices de reciclagem por meio de compromissos com metas a serem alcançadas progressivamente. Sem dúvida, a adoção da Lei de Resíduos Sólidos vai trazer no futuro benefícios para os três agentes comprometidos com sua aplicação, ou seja, o poder público, as empresas e a sociedade em geral. Vale a pena dar uma olhada no panorama atual da reciclagem de embalagem no Brasil e a logística reversa empregada em sua operação para avaliarmos o estágio em que nos encontramos.
Mas antes vale lembrar que não é de hoje que a reciclagem de embalagem está presente na vida cotidiana dos brasileiros. Desde os tempos do Brasil colonial, escravos com seus cestos na cabeça percorriam as ruas apregoando seu característico “garrafeeeeeiro”. O garrafeiro com seu pregão faz parte das nossas tradições aparecendo no cancioneiro popular, na poesia e na iconografia de época. Quando menino no interior, meus amigos e eu coletávamos garrafas, papel, papelão e outros materiais para vender no “depósito de ferro velho” e com o dinheiro arrecadado com esta venda, comprávamos a bola e o jogo de camisas do nosso time.
Estes depósitos formam, desde o início do século, uma rede de sucateiros que se propõe comprar o que as pessoas levam até eles e o que os catadores por eles estimulados ou empregados recolhem nas ruas e nas casas.
Da mesma forma, a coleta e a reciclagem de embalagens no Brasil funciona com a organização informal de milhões de pessoas que se mobilizam por dinheiro, necessidade ou por idealismo militante para encaminhar embalagens para os centros recicladores e os sucateiros fazendo com que a partir deles elas cheguem às fábricas para serem reprocessadas.
É importante frisar que o grande promotor desta atividade é a própria indústria de embalagem que tem forte interesse econômico na reciclagem e procura adquirir tudo o que consegue encontrar, pois produzir a partir de material reciclado é, na maioria das vezes, bem melhor e mais lucrativo do que produzir a partir da matéria prima virgem. Podemos citar como exemplo a produção de papel produzido com aparas e material recolhido do lixo de escritórios e residências oriundos da reciclagem, pois o custo de produção de uma tonelada de produto acabado cai pela metade em relação ao fabricado com celulose virgem originária das florestas plantadas.
Mas e a sociedade o que ganha com isso? E que interesse tem em participar desta atividade? A sociedade tem tanto a ganhar quanto a indústria pois, além dos ganhos ambientais que a reciclagem promove, ela é fonte de trabalho e renda para quase um milhão de brasileiros excluídos que, com esta atividade, conseguem ganhar seu sustento e empreender no caminho de volta a sociedade da qual a maioria deles já se encontrava a margem. Portanto, um enorme ganho ambiental e social.
Por Fabio Mestriner, Consultor da Ibema, Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM, Professor do MBA de Marketing da Fundace USP e autor dos livros Design de Embalagem Curso Avançado e Gestão Estratégica de Embalagem.
Fonte https://www.imam.com.br/logistica/noticias/embalagem/3291-a-criativa-logistica-reversa-do-brasil