quinta-feira, 15 de novembro de 2018

CURSOS TÉCNICOS - FAÇA SUA INSCRIÇÃO


INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ AS 15HS DO DIA 19.11.2018 - NÃO PERCA A OPORTUNIDADE


Por que dia 15 de novembro é feriado?

(Crédito: Wikipédia)
(Crédito: Wikipédia)
Todo mundo adora um feriado. Se for prolongado, melhor ainda. Especialmente no final do ano, quando a correria só aumenta e tudo que você quer é ter um tempinho para descansar. O feriado de 15/11 é um desses dias que a gente adora, mas a quem nós devemos agradecer por esse feriado?
Nós devemos esse dia de descanso ao Marechal Deodoro da Fonseca, militar e político brasileiro, que, no dia 15 de novembro de 1889, proclamou a República Brasileira, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e pondo fim à soberania de Dom Pedro II.
 A proclamação aconteceu na Praça da Aclamação, atual Praça da República, na cidade do Rio de Janeiro que, na época, era a capital do Brasil. No mesmo dia foi instituído um governo provisório, que tinha o Marechal Deodoro como presidente e o Marechal Floriano Peixoto como vice.
 Autor: Universia Brasil
  • Fonte http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/11/15/887994/dia-15-novembro-e-feriado.html

terça-feira, 13 de novembro de 2018

MTEC - NOVIDADE NA ETEC DE ARUJÁ - FAÇA SUA INSCRIÇÃO



INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ AS 15HS DO DIA 19.11.2018 - NÃO PERCA A OPORTUNIDADE


Importações chinesas de soja vão cair 10%, diz USDA

O volume previsto caiu de 94 milhões para 85 milhões de toneladas do grão, 10% a menos do que na temporada 2017/18
Importações chinesas de soja vão cair 10%, diz USDA
Em uma das mais surpreendentes revisões de expectativas dos últimos anos no mercado global de soja, o escritório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na China reduziu em 9 milhões de toneladas sua estimativa para as importações totais do país asiático nesta safra 2018/19. O volume previsto caiu de 94 milhões para 85 milhões de toneladas do grão, 10% a menos do que na temporada 2017/18.
Em relatório, o USDA credita o "ajuste" não só às disputas comerciais entre Washington e Pequim - desde junho, a soja americana paga uma tarifa adicional de 25% para entrar na China -, mas também à proliferação de casos de peste suína africana em território chinês, que já superam 50 (200 mil animais sacrificados) e tende a reduzir a demanda por rações. E, nesse contexto de guerra comercial e crise sanitária, a expectativa é que os chineses utilizem menos soja e mais canola nas rações que chegarão ao mercado.
"Também estamos observando o governo [chinês] se desfazer dos estoque locais. Foram 19 leilões desde 24 de outubro, que contabilizaram o comércio de 1,92 milhão de toneladas", informou o USDA. O órgão considera que a taxa adicional não inviabilizou a soja americana, que continua competitiva, mas diz que "os importadores não estão dispostos a correr o risco de enfrentar barreiras administrativas às importações e também são cautelosos sobre como o governo pode perceber a decisão de comprar soja americana durante a disputa comercial".
Conforme o USDA, a demanda chinesa por soja em grão para esmagamento e produção de farelo e óleo é de 40 milhões de toneladas em 2018/19, e esse volume poderá ser atendido por fornecedores como o Brasil, pela produção nacional, que chegará a cerca de 15 milhões de toneladas, e pelos estoques do governo. E esses estoques continuam um mistério - as estimativas variam de 6 milhões a 8 milhões de toneladas.
Apesar de surpreendente, a revisão de expectativas do USDA não teve impacto nas negociações na bolsa de Chicago ontem. Mas, para analistas, se o órgão estiver correto a tendência no médio prazo é de queda.
Fonte https://www.portaldoagronegocio.com.br/noticia/logistica-e-transporte-2085/importacoes-chinesas-de-soja-vao-cair-10-diz-usda-177797

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ AS 15HS DO DIA 19.11.2018 - NÃO PERCA A OPORTUNIDADE


7 qualidades de um gestor orientado a resultados

A culpa é do RH, que não contratou os profissionais necessários para a execução do trabalho?
Fazer um bom networking não se restringe a conversar com outros empresários de sucesso
Os gestores bem sucedidos carregam em comum o fato de conhecerem profundamente o mercado onde atuam, dominarem seu negócio e principalmente dos concorrentes – e contar com a capacidade de lidar com volatilidade e riscos inerentes ao negócio. Mesmo gestores de startups, empresas conhecidas por irradiar criatividade por todos os lados, mas contar com pouco dinheiro e caixa e processos flexíveis, precisam seguir alguns preceitos um pouco mais sérios, principalmente no que diz respeito ao controle financeiro.
Quem disse que, para ser cool, é preciso ser irresponsável com o dinheiro do investidor? É possível ser um gestor inovador e humanizado com sua equipe e, mesmo assim, estabelecer processos sólidos que garantam a lucratividade do negócio. Os melhores líderes sabem que, quando o assunto é a gestão de uma empresa, ou ele mostra que está no comando, ou é melhor pedir ajuda, pois navega em um navio à deriva. Com base na minha experiência à frente do Verity Group e startups investidas, preparei uma lista com sete qualidades essenciais a um gestor orientado a resultados.
1) Não abrir mão do controle financeiro
Às vezes, para crescer, muitas empresas vendem a qualquer preço e se esquecem de que, um dia, a conta vai chegar. Os grandes gestores não abrem mão do controle financeiro, não entregam o que não sabem, não assumem o que não darão conta de fazer gerar resultados. Não se iluda com faturamento, isto não é resultado: o mais importante é a lucratividade do negócio. É melhor faturar R$ 300 mil e lucrar 5% do que faturar R$ 600 mil e ter lucro de 1%. Saber equilibrar essa balança é uma qualidade do bom gestor.

2) Saber estabelecer processos
Quanto menos personificadas forem as atribuições dentro da sua companhia, mais eficiente sua operação se tornará. Estabeleça processos bem definidos e comunique à equipe a importância de cumpri-los. Isto evita que tudo tenha que ser reiniciado do zero caso algum colaborador saia da empresa e também contribui para o desempenho do próprio funcionário, que consegue ter um controle muito mais preciso de seus compromissos e da maneira como executá-los. Outra vantagem é a de evitar o desgaste de sua imagem como gestor na hora de cobrar resultados: com processos bem definidos, a meta a ser alcançada fica clara para as equipes e também o que será cobrado do profissional.

3) Resiliência
A máxima que diz que empreender é uma maratona e não uma corrida de cem metros já foi exaustivamente repetida, mas não deixa de estar correta. Resiliência é uma característica essencial para quem busca alcançar o sucesso através de um negócio próprio, ou mesmo para um gestor de equipes que tem metas ambiciosas. Quando sente que é a decisão correta a se tomar, o bom gestor continua seguindo sua intuição, mesmo enfrentando contratempos e tomando pancadas de onde menos se espera.

4) Capacidade de se adaptar a mudanças
Ser resiliente e ter a capacidade de se adaptar a mudanças não são características excludentes na vida profissional de um gestor orientado a resultados. Pelo contrário: quem gere uma equipe precisa ter a noção de quão importante é voltar atrás em uma decisão tomada e reconhecer que ela não foi a mais acertada. Também é preciso ter rapidez para fazer acertos de rumo e seguir determinada nova tendência. E mais do que propor a mudança, é preciso convencer a equipe de que aquele caminho a seguir é o correto. O bom gestor tem maturidade para entender que não é imbatível, mas também tem a capacidade de engajar as pessoas.

5) Saber a hora de arriscar
A intuição necessária para prosseguir com resiliência é também importante para escolher a hora certa de se arriscar. Nem sempre o gestor consegue ter controle total das informações mais quentes do mundo dos negócios, nem todo mundo tem uma sede no Vale do Silício para ficar sabendo de tudo em primeira mão, o que vai acontecer com o mercado, suas tendências e perspectivas. Nestes momentos, vale a pena ser arrojado e apostar no feeling de empreendedor. No entanto, acredito que aqueles que têm mais sucesso em tomar riscos são os que fazem isso com responsabilidade, sem colocar em risco a integridade e a saúde financeira do negócio caso a empreitada dê errado.

6) Conversar com pessoas
Fazer um bom networking não se restringe a conversar com outros empresários de sucesso nos eventos e encontros de negócios. Às vezes, pessoas de fora do meio corporativo também têm muito a contribuir com uma ideia e é preciso ter humildade para reconhecer isso. Antes de colocar dinheiro e esforço em um novo projeto, apresente-a outras pessoas que não necessariamente façam parte do negócio: um amigo de confiança, um familiar, um conselheiro. Um bom gestor deve ter constantemente os ouvidos abertos, colocando em prática a democracia da ideia. Isso o ajudará a tomar decisões mais acertadas.

7) Cheque em branco
Existe uma anedota na qual um chefe inicia a reunião com a equipe dizendo que os colaboradores podem escolher qualquer cor de caneta, desde que seja azul (e confesso aqui que já fui um deles). Hoje não há mais espaço para este tipo de líder. Um bom gestor delega tarefas, incentiva seus funcionários a terem ideias e a proporem soluções. No ano passado frequentei a Kellogg School of Management at Northwestern University e dentre vários aprendizados recebidos, destaco o do professor e ex-presidente  da Kraft Foods, Sanjay Khosla:  “Além da estratégia, objetivos e planos de ação, o sucesso passa na entrega do cheque em branco, ou seja, confiar naquele que vai conduzir seu negócio”. Saber escolher para quem esse cheque branco será confiado é o que difere os gestores que terão sucesso daqueles que irão fracassar.

Por Alexandro Barsi,  sócio-fundador e CEO do Verity Group
Fonte https://www.mundorh.com.br/7-qualidades-de-um-gestor-orientado-a-resultados/

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Tabela de frete: entenda como um sistema de gestão pode te ajudar


Ter uma boa margem de lucro com um negócio logístico dentro de uma economia como a do Brasil é um desafio gigante, principalmente se tratando de transportes, dada a quantidade de burocracia e falta de estrutura que o país oferece. Com esses fatores em vista, é imprescindível ter o domínio de cada variável da operação, e é com esse controle que compor uma tabela de frete pode ajudar seu negócio.
Quer descobrir como fazer uma tabela de frete e automatizar seus processos logísticos? Continue lendo e veja como podemos ajudar.

O que é uma tabela de frete?

A composição dos preços de frete depende de diversos fatores: dimensão da carga, peso, valor da nota fiscal, AD-Valorem, GRIS, pedágios. Outros detalhes ainda podem tornar a precificação mais complicada, como a escolha da melhor rota a ser utilizada e a otimização completa do veículo. Essas informações tabeladas, além de modelo do veículo, quilometragem das entregas, compõe uma tabela de frete.
Algumas informações, como as taxas e pedágios, ainda que sofram variações, podem ser estabelecidas como padrão e serem atualizadas de tempos em tempos. Os outros inputs, como quilometragem e dimensão das cargas, serão modificados a cada cotação. A tabela deve ser prática e de fácil entendimento, afinal, o objetivo principal é trazer rapidez ao processo.

Qual a importância de elaborar uma tabela de frete corretamente?

Calcular um frete de forma manual pode trazer riscos. Há muitas variáveis e a cada transporte a ser feito as informações são diferentes, não existindo um padrão exato que possa ser aplicado. A importância da tabela de frete encontra-se na diminuição dos erros durante as cotações, trazendo maior confiabilidade e deixando o processo mais rápido.
Ter controle e conhecimento de todas as variáveis no momento do cálculo dos fretes vai permitir que você saiba com o que está gastando e o quanto poderá lucrar com cada transporte. Dispor de um sistema que faz a parte operacional do processo possibilitará dar atenção para atividades mais complexas e estratégias. Ou seja, você terá tempo para lidar com atividades que agregam maior valor para seu negócio.

Como automatizar a tabela de frete?

Para aumentar a segurança do serviço oferecido e tornar a tabela de frete uma ferramenta ainda mais eficiente, automatize-a utilizando um TMS, Transport Management System, ou Sistema de Gerenciamento de Transporte. O sistema reduz o trabalho manual e agiliza as informações necessárias, oferecendo ao cliente exatamente o que ele precisa por um preço justo e de forma mais rápida.

Quais são os benefícios de uma tabela de frete?

Uma tabela de fretes desenvolvida corretamente e com todas as informações necessárias beneficia primeiro seus clientes, que terão suas necessidades atendidas dentro do prazo e não pagarão valores extras por erros de cotação. Também favorece o seu negócio, pois o nível de assertividade será maior, aumentando a margem de lucro e o controle sob a operação.
A integração da logística deve estar presente dentro das empresas de modo a aumentar o controle dos detalhes que podem trazer reduções de custos e melhorias no processo. Por esse motivo, todas as pontas devem estar conectadas. Aproveitar da tecnologia para fazer essa integração é a melhor opção. Apostar em ferramentas como a tabela de frete trará o controle e a segurança necessária para uma gestão completa e eficiente do seu negócio.
Fonte https://www.tecnovia.com.br/2018/11/07/tabela-de-frete-entenda-como-um-sistema-de-gestao-pode-te-ajudar/?utm_campaign=divulgacao_do_post_tabela_de_frete_entenda_como_um_sistema_de_gestao_pode_te_ajudar&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

MTEC - NOVIDADE NA ETEC DE ARUJÁ - FAÇA SUA INSCRIÇÃO



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

VAGAS REMANESCENTES, SAIBA COM REALIZAR SUA INSCRIÇÃO


5 orientações para uma logística eficiente

cinco orientacaoUm planejamento assertivo e que contemple todas as etapas da cadeia logística de uma empresa é fator determinante para a maximização dos lucros.
“A gestão eficaz da logística é fundamental para a sustentabilidade dos negócios e influencia diretamente na satisfação dos parceiros e clientes e nos resultados finais. Empresas que dão atenção a esse aspecto só têm a ganhar”, afirma Marcelo Florio, diretor comercial e de negócios da Intecom Logística.
A Intecom Logística é um integrador logístico com mais de 15 anos de expertise em distribuição, armazenagem e estratégia em toda a cadeia de suprimentos, que trabalha com a metodologia de otimização da rede logística, para levar eficiência aos clientes, a um custo competitivo.
Por isso, para ajudar a sua empresa a dar os passos certos e a conquistar resultados significativos, Florio elencou as principais premissas para o sucesso desta área. Confira:
1. Trabalhe para ter um nível de serviço elevadoUma das principais métricas que mensuram e atestam a eficiência da operação logística é o nível de serviço, ou seja, a capacidade de cumprir prazos e entregar exatamente no momento acordado. Empresas que possuem esse índice elevado têm a capacidade de satisfazer e até mesmo fidelizar os clientes. Neste sentido, o nível de serviço prestado pela Intecom Logística está em patamares superiores à média do mercado.
2. Detenha um time de profissionais qualificadosTer uma equipe de logística capacitada, com expertise na área, é fundamental para alcançar resultados significativos. Se você atua com uma equipe despreparada, chegou a hora de proporcionar o treinamento adequado aos profissionais da equipe logística para que atuem com qualidade e se atualizem sobre os principais processos, inovações e tendências deste segmento.
3. Utilize tecnologia de ponta
O uso de recursos tecnológicos é fundamental em logística, área que trabalha sempre pautada em eficiência. Por isso, muitos processos manuais se mostram ineficientes. A tecnologia possibilita o acompanhamento em tempo real de todas as etapas da cadeia envolvida, desde o produto estocado até a entrega ao cliente final. Por meio de suportes tecnológicos de última geração, cada etapa da armazenagem e distribuição da carga pode ser acompanhada pela Intecom Logística. Desta forma, as mais modernas ferramentas suprem os clientes de informações estratégicas para a tomada de decisão.
4. Estime o estoque certoDimensionar o estoque adequado é um ponto importante para não ter custos logísticos desnecessários, que podem impactar no preço dos produtos. Um acervo muito pequeno pode deixar clientes na mão, no entanto, um estoque amplo parado em seu armazém pode gerar gastos desnecessários. Pesquise o mercado, verifique a demanda de clientes e faça uma previsão sobre a quantidade ideal de itens para o seu estoque, controlando-o de forma eficiente.
5. Planeje cada uma das etapasDe que adianta ter um planejamento se o mesmo possui falhas? Um plano logístico  deve contemplar e mapear todas as etapas do processo, desde a armazenagem, até a entrega da carga ao lojista ou consumidor final. Esse planejamento, segundo Florio, deve estar focado, acima de tudo, em eficiência (dimensionando o estoque e apontando rotas eficazes para a entrega) e controle de custos.
Fonte https://www.imam.com.br/logistica/noticias/embalagem/3390-5-orientacoes-para-uma-logistica-eficiente

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

MTEC - NOVIDADE NA ETEC DE ARUJÁ - FAÇA SUA INSCRIÇÃO


Existe empatia e alteridade no mundo corporativo?

Hoje em dia, uma das palavras mais recorrentes no mundo corporativo é “empatia”. Definida popularmente como “a capacidade de se colocar no lugar do outro”, as empresas, os jornais, os livros “modinhas” e os coaches têm se apropriado dessa palavra para promover uma dinâmica de trabalho colaborativa nas empresas, que supostamente geraria certa felicidade, motivação, bem-estar no ambiente de trabalho, entre outras coisas.
Parece que a palavra “empatia” foi evocada no mundo corporativo junto com a demanda da inclusão social e da igualdade, essas, por sua vez, de extrema importância e urgência em nossa sociedade. Entretanto, a forma com que o mundo corporativo tem pensado e agido na implantação tanto da empatia quanto da inclusão social parece responder a uma lógica cartesiana, pautada pelas normas, leis, etc., e que não percebe o bullying, o assédio e a discriminação que acontece dentro da empresa entre colegas, pois isso não é revelado nos números e gráficos sobre responsabilidade social das corporações.
A empatia não é um instrumento. Em seu livro “A Era da Empatia: lições da natureza para uma sociedade mais gentil”, Frans de Waal mostra que a empatia é uma condição humana. Hoje se tem falado da empatia como se nós, seres humanos, não fôssemos empáticos. Uma das características que nos manteve vivos e resilientes desde os tempos mais primevos foi o gregarismo (a vida em grupo), cujo um dos cimentos é a própria empatia.
Talvez nós repetimos tanto a frase “empatia é se colocar no lugar do outro” que esquecemos o que realmente ela é. Mas, acredito que essa frase esteja errada, pois a empatia não é lógica. Uma pessoa não precisa pensar, refletir e filosofar sobre estar no lugar do outro. Basta conviver (no sentido de viver juntos e não suportar). A empatia não passa pelo crivo da racionalidade. É mais do que se sentir no lugar do outro, pois isso seria somente julgar ou entender o outro a partir da nossa lógica e das nossas experiências. Empatia é estar na pele do outro, e assim sentir o mundo a partir do outro, de seu lugar, de suas experiências, de suas verdades.
A empatia nos faz perceber a complexa rede que liga cada ser humano e entender que, na verdade, somos um só, colaborando: “co-laborando”, ou seja, trabalhando juntos para um fim que beneficie a todos. Pergunto se, neste mundo Hobbesiano em que “o homem é o lobo do homem”, ou seja, é extremamente competitivo, e as empresas visam o lucro e nada mais, se existe uma honesta empatia, inclusão e igualdade. Talvez tenhamos que pensar em uma nova lógica econômica. Uma lógica pautada pela frase de Boaventura de Sousa Santos:  “temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.
Por fim, essa digressão pode indicar que estamos pensando em empatia da forma errada. Afinal, empatia gera alteridade: o aceitar e entender o outro, mesmo que suas ideias, ideais e opiniões sejam totalmente diferentes. Basta entrar nas redes sociais, um dos pontos centrais de sociabilização atual, para perceber que a alteridade já não está mais lá. A diferença é vista como o bode expiatório, pronto para o derramamento de sangue.
A pergunta final é: “a quem serve o Graal?”. No caso: “para que a empresa quer implantar a empatia, a inclusão e a igualdade?”. Seria perfeito se realmente as empresas estivessem buscando e investindo cada vez mais em seus funcionários, em prol deles próprios. Mas ela também poderia estar seguindo essa lógica para tentar se enquadrar em uma demanda social, usando a imagem da inclusão e da empatia para si e, de fato, ser somente mais uma propaganda.
Por Leonardo Torres –  mestre em comunicação e cultura midiática pela Universidade Paulista, professor e palestrante. 
Fonte https://www.mundorh.com.br/existe-empatia-e-alteridade-no-mundo-corporativo/

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Logística reversa na prática de um fabricante de embalagens

embalagenseficientesO termo é pomposo, mas um tanto complicado. “Logística reversa” quer dizer que as fabricantes devem se preocupar com o caminho inverso do que colocam no mercado.
Desde que a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólido entrou em vigor, em 2014, as empresas que fabricam qualquer produto no Brasil têm a responsabilidade compartilhada com cidadãos e governos de evitar que os materiais utilizados terminem desperdiçados, contaminando o meio ambiente. Um belo estímulo para que sejam reaproveitados, voltando ao ciclo produtivo e evitando também que mais matéria-prima precise ser extraída da natureza.
A fabricante de embalagens Tetra Pak faz um trabalho exemplar nesse sentido muito antes do surgimento da lei. Para dar conta do recado, a empresa atua em todos os elos da cadeia – consumidor, poder público, vendedor, reciclador e quem desenvolve produtos à base dos materiais das suas caixinhas. O trabalho não é pouco, afinal, apenas no último ano (2017), a empresa produziu 11,7 bilhões de embalagens somente no Brasil. Mesmo com tanto empenho, hoje a taxa de reciclagem das embalagens Tetra Pak ainda não chega a 25%. “A meta de 2018 é chegar a 24,1%, mas nossa expectativa é de que vamos superar essa meta e crescer a cada ano”, afirma Valeria Michel, diretora de Meio Ambiente.
Caixinhas 100% recicláveisO cuidado vem desde a escolha das matérias primas. Lá da árvore que se transforma no papel cartão, lá no material usado no plástico das tampas e também lá nos processos de fabricação, inclusive nos componentes químicos envolvidos. A proposta é reduzir ao mínimo o impacto negativo e multiplicar os impactos positivos no meio ambiente e nas pessoas. “Nosso compromisso é proteger alimentos, pessoas e o futuro”, enfatiza Valeria Michel, diretora de Meio Ambiente.
As seis diferentes camadas das caixinhas da Tetra Pak, conhecidas como “longa vida”, permitem que o alimento seja preservado por um bom tempo apesar de estarem fora da geladeira. A camada de alumínio aliada às de polietileno garantem esse diferencial porque impedem a passagem de oxigênio, luz e ar, principais fatores que estragam as comidas. Mas o plástico alumínio conforma uma pequena parte da embalagem, enquanto o papel representa 75% da composição da embalagem. Por se comprometer com um produto 100% reciclável, a fabricante de origem sueca trabalha aqui no país exclusivamente com uma fornecedora desse material, a Klabin. Isso porque ela foi a primeira – e por algum tempo a única – empresa de papel e celulose certificada FSC, que garante o manejo sustentável das florestas.
Já as tampas de 82% dos seus produtos não são feitas mais do petróleo, foram substituídas por materiais renováveis, o polietileno da cana-de-açúcar. A empresa também eliminou da sua linha de produção o solvente clorado, que afetava a saúde dos funcionários e a natureza, e passou a usar desde 1998 somente tinta à base de água. Além disso, 100% dos resíduos retirados da fábrica vão para reciclagem.
Rota de reciclagemNa prática, depois de usadas pelos consumidores, as embalagens descartadas adequadamente são recolhidas pelos catadores que vendem o material para as papeleiras. Ao ficarem imersas em água em movimento, as camadas de papel se soltam facilmente da camada de plástico alumínio – que oferece assepsia e equilíbrio térmico ao conteúdo. As papeleiras ficam com a pasta de celulose para fabricar novos produtos de papel. E o plástico alumínio segue outros caminhos, e cada vez vai encontrando novos usos. “Começamos fabricando uma canetinha a partir desse material. Hoje já temos telhas e paletes de alta resistência, assim como produtos de design, fabricados com esse material por diferentes empresas”, conta Valéria.
Para apoiar esses parceiros que devolvem os materiais das caixinhas para a cadeia de produção, a Tetra Pak começou oferecendo comodato de equipamentos para agilizar a separação e o transporte dos componentes das embalagens. Com o tempo, a empresa observou outro instrumento poderoso para melhorar os processos e conquistar mais adeptos: a capacitação em gestão e liderança. E há cerca de cinco anos mantém dois programas com esses objetivos para as cooperativas de catadores.
Mas esse ciclo de reaproveitamento também depende em grande parte da sociedade em geral enxergar a importância da reciclagem e destinar seus resíduos adequadamente. Por isso, desde 1997, a Tetra Pak faz um trabalho de educação ambiental para conscientizar a população sobre coleta seletiva. Um dos públicos-alvo desse trabalho estão nas escolas: as crianças influenciam os pais e toda a comunidade. Em 2007, os programas de conscientização foram atrelados a iniciativas culturais – cinema e teatro -, que rodam o país para passar essa mensagem.
Para ajudar as pessoas a entregar os materiais separados, a fabricante criou em 2008 a “Rota da Reciclagem”, uma plataforma – que depois se tornou também aplicativo – reunindo quase 5 mil pontos de coleta de material reciclável em todos os cantos do Brasil. Basta o interessado digitar seu endereço no campo de busca que o site encontra o local mais próximo onde levar o material reciclável. “Isso já foi uma planilha que consultávamos cada vez que alguém ligava pedindo indicação de local para entrega de material reciclável. A internet facilitou em muito a divulgação desses pontos”, conta Valéria.
Agora, complementando esse esforço de conscientização nacional, a Tetra Pak produziu uma websérie com um enfoque humano da reciclagem. “Gente que recicla” tem sete episódios mostrando como as pessoas fazem diferença no funcionamento da cadeia recicladora de embalagens longa vida, desde a simples ação de separar o material reciclável do material orgânico até a fabricação de novos produtos reaproveitando os recursos. “Queremos mostrar essa ‘gente invisível’ que trabalha com algo tão importante. Sempre acreditamos que essas pessoas precisavam ser conhecidas”, diz. Confira abaixo o primeiro episódio desta campanha.
Por Renata Valério de Mesquita viajou a convite da Tetra Pak para conhecer as fábricas e os modos de produção da empresa e da parceira Klabin.
Fonte https://www.imam.com.br/logistica/noticias/embalagem/3389-logistica-reversa-na-pratica-de-um-fabricante-de-embalagens

CURSOS TÉCNICOS - FAÇA SUA INSCRIÇÃO


segunda-feira, 5 de novembro de 2018

VAGAS REMANESCENTES, SAIBA COM REALIZAR SUA INSCRIÇÃO


5 boas maneiras para se reduzir custos nas empresas

Ao mesmo tempo que se reduz é possível investir


A garantia de bons resultados tem sido cada vez mais ligada, por muitos analistas, a redução de custos, principalmente, em épocas de crise econômica. Assim, além de diminuir os gastas, a margem de lucro tende a aumentar e, consequentemente, a competitividade. 
Ao mesmo tempo que se reduz é possível investir. Isso porque, com uma estratégia bem planejada e definida, os investimentos são direcionados para ações que realmente vão alavancar os negócios. 

Mas, como reduzir custos sem causar impactos negativos? Algumas estratégias podem ser mais simples do que você imagina. Sendo assim, elas podem melhorar os processos e serem aplicadas de maneira rápida e constante. Confira!
1. Incentive novos hábitos
Pode parecer algo repetitivo, mas ainda existem empresas que não fazem! Então, chegou a hora de espalhar incentivos para hábitos sustentáveis pela sua empresa. Um forma de colaborar com a natureza, evitando gastos exagerados de eletricidade e água, por exemplo. 
Além disso, sua marca pode ganhar o reconhecimento pelas atitudes positivas. Não é atoa que simples plaquinhas de "apague a luz" e/ou "verifique se as torneiras estão bem fechadas" incentivam bons hábitos e têm alto retorno, criando, consequentemente, uma cultura de desperdício zero. 
A adoção de práticas sustentáveis fortalecem a imagem da marca e não precisam necessariamente de grandes investimentos. Trocar os copos de plástico por canecas, alertar sobre o uso consciente da impressora e de papel, trabalhar com fornecedores próximos da sua região — evitando alto gasto com combustível —, são maneiras de diminuir custos e cuidar do meio ambiente.
No mesmo contexto dos bons hábitos, o preço da energia elétrica é uma das "vilãs" na soma dos custos de uma empresa. O uso indiscriminado de eletricidade pode aumentar e muito nas despesas. 
Por isso, aproveitar o máximo da luz solar com janelas e portas abertas, manter as lâmpadas apagadas quando não tiver ninguém no ambiente são atitudes simples que afetam positivamente nas contas. O ar condicionado, por exemplo, pode ser usado com moderação, sendo desligado sempre que for possível manter janelas abertas e que a temperatura estiver amena. 
Durante a noite e no período de almoço, se possível, desligue os aparelhos elétricos, evitando o standby, pois eles continuam consumindo energia nesse modo. Com essas atitudes, você troca o ar no ambiente deixando-o mais confortável e natural e ainda economiza na conta de luz.
2. Avalie seus fornecedores
O pleno funcionamento de uma empresa também depende de seus fornecedores, entretanto, os custos dessas parcerias podem ser elevados, portanto, é preciso pensar em maneiras de reduzi-los sem perder a qualidade e a confiança dos clientes.
As pesquisas de mercado em relação aos fornecedores deve ser constante e a empresa deve ser aberta a experimentar novos caminhos, quando necessário, sempre pensando nos benefícios financeiros de uma possível fixação de serviços e/ou produtos combinados, ou seja, entregues por um mesmo fornecedor. 
É comum gestores que acreditem que este é um custo imutável, mas os fornecedores precisam ser avaliados e comparados de tempos em tempos, pois não compensa insistir em uma parceria que não esteja dando o retorno suficiente.
3. Cuide de seus colaboradores
Envolver os funcionários é inevitável, porém, diferentemente do que muitos gestores pensam, os cortes não precisam (e não devem) ser a única e primeira opção. Até porque uma demissão ou contratação tem gastos envolvidos que podem ser evitados. 
Antes de contratar verifique se realmente é necessário alguém para aquela vaga no momento. Da mesma maneira, antes de demitir, analise as possibilidades de realocar o funcionário ou capacitá-lo para a vaga que ocupa.
A conscientização dos colaboradores quanto a situação da empresa pode levá-los a vestir a camisa. Busque reforçar a importância deles para o bom andamento do negócio e sempre que possível deixe-os participar de decisões em relação ao planejamento de metas. 
A terceirização e a contratação de autônomos também pode ser uma alternativa para demandas específicas, que não fazem parte das atividades rotineiras da empresa. Lembrando que cada caso deve ser analisado e avaliado de acordo com as necessidades do seu negócio.
4. Aposte na gestão estratégica de resultados, custos e preços 
Nem sempre é barato ser criativo e economizar ao mesmo tempo, por isso, a equipe toda precisa estar unida na hora de inovar e aplicar processos de redução de custos nas empresas. Um cultura de economia é essencial para incentivar a participação, já que assim os colaboradores podem compartilhar e desenvolver suas ideias.
Para manter a lucratividade de um negócio deve ser realizada uma análise criteriosa, para que a redução não cause impactos negativos. Uma consultoria em finanças focada nos resultados é importante para chegar a resultados positivos, ou seja, é um investimento que trará retornos e, consequentemente, diminuirá as despesas.
Mesmo sendo simples, essas maneiras de redução de custos garante o crescimento do seu negócio de maneira inovadora e sustentável. Com o tempo, o poder de compra aumenta e novos investimentos podem acontecer. Além disso, a redução de custos nas empresas bem planejada é um jeito eficaz de evitar surpresas e problemas no futuro.
5 - Melhoria de processos 
As empresas em sua grande maioria tem processos operacionais com grandes gargalos, e isso acaba gerando custos, em algumas vezes, enormes para as empresas. E o primeiro passo para se otimizar um processo adequadamente é o mapeamento dos mesmos. 
O detalhamento passo-a-passo de como a operação ocorre na empresa é fundamental para para o início do mapeamento. E logo após o que deve ser feito é inserir as atividades dentro de um software.
Atualmente há dezenas de softwares, alguns até gratuitos, desenvolvidos para usuários que mesmo sem conhecimento possam mapear os processos de forma clara e objetiva. E logo depois da identificação do gargalo é hora de resolver os gargalos e otimizar os processos. 
Enfim, o que achou das nossas dicas? Algumas são mais fáceis de implemntar e outras mais complexas. 
E o que deve ficar claro que esse é um processo de longo de implantar a cultura da redução de custos na empresa. Com o objetivo sempre constante de redução de custos sem impactar na qualidade dos seus produtos ou serviços, e que pelo contrário podem aumentar a sastisfação dos clientes. Afinal de contas a gestão de custos é a escolha dos melhores benefícios a serem adotados na gestão da sua empresa.
Pedro Parreira — Mestre em economia de empresas, diretor da Parcon Consultoria há mais de 40 anos atuando na Gestão de Custos de empresas de todo porte.
Fonte http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-boas-maneiras-para-se-reduzir-custos-nas-empresas/126946/

domingo, 4 de novembro de 2018

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As incontáveis horas perdidas todos os dias lidando com oportunidades mortas é uma epidemia de ineficiência

– Enviei a proposta na segunda. Ele me pediu na sexta passada. Segunda, eu mandei. Passou uma semana. O que você acha? Dou uma cobrada?
– Não. Derruba e vai para o próximo.

– OK. Ah… tenho aquela empresa que desmarcou a reunião e ficou de remarcar mas até agora não me passou a data, nem nada. Tento reagendar para essa semana?
– Não. Derruba e vai para o próximo.
– OK. Mais uma coisinha… Essa lista que estou prospectando, tem muitos telefones errados…Por isso estou sem muitas ligações esses dias. Estou parando para buscar o telefone correto.. ou você acha que devo pular e tentar o próximo contato e arrumar depois?
– Sim. Pule e vai para o próximo. Depois você arruma.
Esse diálogo deveria acontecer mais vezes nas áreas de prospecção das empresas.
A palavra “próximo” deveria ser falada e considerada muito mais.
- Não atendeu a ligação? Próximo.
- Telefone ocupado? Próximo.
- A conversa foi confusa? Próximo.
- Lead não respondeu ao e-mail de apresentação? Próximo.
- Sumiu depois de receber a proposta? Próximo!
E assim por diante.
As incontáveis horas perdidas todos os dias lidando com oportunidades mortas é uma epidemia de ineficiência.
As causas:
- Muita dificuldade em desapegar para não esvaziar a narrativa comercial.
- Crença que vai ganhar pela insistência (anos 60 era assim, hoje em dia, não.)
- Falta de leads e supervalorização dos que se tem.
- Apego emocional.
Em grego, “Porta klini, Porta anigi” = Uma porta fecha, outra porta abre.
Uma vez por semana, você avalia as coisas que deixou para trás e derrubou. Veja se está colocando muita porcaria para dentro do seu raio de ação. Se sim, pare um tempo para rever sua lista de prospecção e seus scripts.
Agora em termos de execução, você precisa ter uma mira laser: É? Abate e próximo. Não é? Próximo.
“Mas, mas… ” Sem mas. Vai para o próximo sempre.
Bons negócios começam bem, evoluem com ritmo e fecham.
Prospecção vem do latim prospectione.
É um termo do âmbito da geologia, que é usado para descrever os métodos usados para descobrir os filões ou jazidas de uma mina.
É o processo de achar metais preciosos no meio de pedras e cascalho ou minerais combustíveis no meio da terra ou do mar.
Prospectar não é transformar pedra em ouro e sim pesquisar e achar ouro.
Em vendas, é pesquisar e achar potenciais clientes.
Toc, toc toc.
– Pois não?
– A Sra precisa de gás de cozinha? Vendo botijão de gás.
– Não, estou com o botijão cheio. (ou “não, usamos gás encanado”, ou “não, usamos forno elétrico”) Muito obrigada.
– Eu que agradeço. Até logo.
Próximo.
Toc, toc toc.
– Pois não?
– A Sra precisa de gás de cozinha? Vendo botijão de gás.
– Sim, estou precisando. Quanto está?
“Bingo”.
Próximo!
Stavros Frangoulidis
Fonte http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/proximo/112917/