sábado, 16 de fevereiro de 2019

O delivery será dos humanos ou robôs? SoftBank não quer esperar para ver

Enquanto investe em serviços com motoboys, como a brasileira Loggi, “fundo dos fundos” faz aposta em startup de delivery autônomo

Uma regra básica dos investimentos é não colocar todos os ovos na mesma cesta. O SoftBankgigante japonês com um fundo de investimento de bolsos com 100 bilhões de dólares, leva a máxima ao pé da letra. Até dentro de um mesmo mercado, como o de delivery, faz apostas aparentemente contraditórias.
Depois de investir em empreendimentos baseados nos motoboys, como a brasileira Loggi, anunciou nesta semana um aporte de 940 milhões de dólares (na cotação atual, cerca de 3,5 bilhões de reais) na startup de delivery autônomo Nuro.
Tais negócios, porém, possuem em algo em comum: o uso da tecnologia. Esta é a aposta do SoftBank para recuperar seus bilhões de dólares investidos antes que a fonte de capital se esgote.

O poder dos robôs

Criada em 2016, a Nuro afirma que sua missão é “acelerar os benefícios da robótica para o dia a dia”. Seu primeiro passo é um veículo elétrico e sem motorista para entregas de curta distância com destino ao consumidor final. Esse trecho é conhecido no mercado de delivery como last mile, ou última milha. Hoje, a Nuro possui frotas em estados como Arizona, Califórnia e Texas.
De acordo com o site de tecnologia TechCrunch, o veículo autônomo da Nuro pode suportar até seis sacolas de compras. Elas são divididas em dois compartimentos, como se vê abaixo:
Carro da Nuro
 (Nuro/Reprodução)
A rodada de captação anterior do negócio foi bem menor, ainda que significativa. Fundos como Gaorong Capital e Greylock Partners investiram 92 milhões de dólares na Nuro em seu série A. Com o novo aporte do SoftBank, o total investido na startup passa de um bilhão de dólares.
Além do potencial de mercado, outro fator que pode ter atraído o fundo bilionário japonês são os fundadores da Nuro. O negócio foi criado por Dave Ferguson e Jiajun Zhu, antigos funcionários da Waymo, divisão de carros autônomos da gigante de tecnologia Google. O negócio possui 300 funcionários, um terço deles com contratos fixos. “O time de qualidade mundial da Nuro conseguiu escalar sua tecnologia de direção autônoma do laboratório para as ruas”, afirmou em comunicado à imprensa Michael Ronen, sócio da divisão de investimentos do SoftBank.
Fonte https://exame.abril.com.br/pme/o-delivery-sera-dos-humanos-ou-robos-softbank-nao-quer-esperar-para-ver/

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Recolocação profissional: uma nova chance para ser feliz!

Enquanto o trabalho do seu sonho não vem, procure desenvolver outras habilidades, fazer algo temporário, dar uma aula ou qualquer coisa que ajude em seu orçamento

É muito comum ver pessoas que se recolocaram profissionalmente, após um longo período de transição, não permanecerem empregadas por muito tempo. Isso sempre me intrigou e após muitas leituras de relatos, desenvolvi uma teoria sobre essa questão.
Acredito que, no desespero, as pessoas acabam aceitando qualquer coisa na esperança de se adequarem à nova atividade ou ao estilo de trabalho da empresa. Em nome do emprego, dão tudo de si para que funcione, mas não é algo tão simples. E no fundo, sabem que a nova ocupação nada tem a ver com elas.
O que poderia ser feito para diminuir esse risco e acertar na escolha? Não existem fórmulas, mas o preparo é fundamental. É claro que é mais difícil para quem não tem uma reserva financeira, afinal a pessoa não pode se dar a esse “luxo”.
Mas e aqueles que possuem uma situação um pouco mais confortável, por que se jogar em qualquer oferta? Seria em função do estigma de sentir-se “fracassado” se não estiver “produzindo”?
Geralmente, ao conhecermos alguém, a pergunta “o que você faz?” costuma vir logo na sequência de “qual é o seu nome?”. Para existir é preciso “ser alguém profissionalmente”. E lá vamos nós fazer qualquer coisa para que possamos provar para os outros a nossa capacidade, inteligência e poder.
Não julgo porque essa ansiedade também fez moradia em meu ser. Por muito tempo gostei de ter meu cargo, na empresa que tanto idealizava, atrelados ao meu nome, sendo quase que como uma extensão minha. Já não estava feliz há algum tempo, mas ignorava os sinais do corpo e da alma. Mas quando veio a demissão, após um longo luto, tudo ficou mais claro. Minha falta de visão, minha teimosia, tiveram um preço. Mas entendi a lição. Decidi por um caminho solo. Mas se tivesse optado por voltar ao mercado, sei o que não deveria fazer. Essa é apenas minha visão, mas acho que falta um pouco de dedicação e entendimento do que deveria ser feito nessa fase.
Sim, existem muitas coisas a serem pensadas quando se está em um processo de transição profissional, e a verdade é que isso é muito bom. Seria hipocrisia dizer que é um presente, mas é com certeza uma nova chance para ser feliz!
Explico. Na correria da vida, negligenciamos muitas coisas em função de uma agenda multitarefada. Portanto, esse tempo pode e deve ser encarado como uma oportunidade de colocar as pendências pessoais em dia, seja no lado emocional, físico, espiritual ou prático.
A primeira coisa é saber o que você quer e, sobretudo, quem você é no meio de tudo que foi absorvendo em sua trajetória. Com esse ponto esclarecido, foque no seu bem-estar! Faça exercícios, meditação, cuide da saúde e da alimentação. Tenha um bom sono, escute música, passe tempo com quem ama. Se necessário, busque ajuda profissional, pois isso pode acelerar o processo de cura interior e a retomada das atividades. Afinal, ninguém gostaria de perder uma oportunidade por estar emocionalmente instável, não é mesmo? E isso acontece!
Com essa parte equacionada, pesquise o mercado em que deseja atuar e prepare-se para ele da melhor forma que puder: leia muito, converse com as pessoas, faça cursos de especialização. Paralelamente, atualize CV, perfil e faça networking. Escreva artigos, comente em publicações alheias. Interaja. Peça ajuda. Não há vergonha nisso. E ajude também! Um pequeno ato pode significar muito para alguém. Por fim, procure controlar a ansiedade. Oportunidades surgirão, mas nem sempre será no tempo esperado.
Enquanto o trabalho do seu sonho não vem, procure desenvolver outras habilidades, fazer algo temporário, dar uma aula ou qualquer coisa que ajude em seu orçamento.
Algumas pessoas descobrem um novo propósito dessa forma e transformam suas vidas. E lembre-se: nada dura para sempre. Vai passar!
Fonte https://www.mundorh.com.br/recolocacao-profissional-uma-nova-chance-para-ser-feliz/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Como medir (e melhorar) a performance das transportadoras – Parte 1

Todos sabemos que o preço é um dos principais fatores a analisar no momento de comprar alguma coisa. Mas de nada adianta comprar um produto mais barato se ele não te entrega o que promete, não é verdade?
A grande concorrência no mercado de transportes geralmente leva a uma disputa acirrada por preços, com cada transportadora tentando oferecer um preço melhor que a outra, e como consequência vemos que isso em muitos casos acaba por impactar negativamente a qualidade dos serviços prestados.
Mas como fazer para efetivamente MEDIR o nível de serviço que cada uma das transportadoras de fato está entregando? E, além disso, como podemos contribuir para que elas MELHOREM a qualidade dos serviços prestados?
Existem vários indicadores que podemos utilizar para mensurar a qualidade dos serviços das transportadoras, entre eles a quantidade de avarias ou extravios, a situação da frota, o comportamento dos motoristas e ajudantes, a prestação de informações nos prazos adequados, etc. Nosso objetivo é descrever uma metodologia que possibilite medir, com critérios claros e objetivos, o desempenho de cada transportadora, de forma a possibilitar a comparação das transportadoras entre elas e também acompanhar a evolução de cada uma ao longo do tempo.
Neste material vamos descrever a primeira parte de uma metodologia desenvolvida pela Tecnovia, com base na nossa experiência de mais de 20 anos de atuação junto às transportadoras, que permite avaliar objetivamente os serviços prestados por elas no dia-a-dia, e permite também uma atuação pró-ativa no sentido de estimular e propiciar instrumentos para a melhoria constante. Esta primeira parte vai permitir a avaliação da performance das transportadoras no que se refere ao cumprimento dos prazos.

Cumprimento de prazos

Vamos começar com algumas definições que nos ajudarão a estabelecer um critério claro para medir o quão eficiente cada transportadora está sendo com relação ao quesito “cumprimento de prazos”:

Coletas e/ou Entregas

Do ponto de vista de quem contrata uma transportadora, existem 2 “momentos” que requerem nossa especial atenção: o momento da COLETA das mercadorias em um local, e o momento da ENTREGA dessas mercadorias em um outro local. Entre esses dois momentos, inúmeras coisas podem acontecer: As mercadorias podem talvez trocar de veículo, podem passar por uma ou mais filiais da transportadora, podem eventualmente até passar por um avião, trem ou navio (dependendo do modal), etc. Mas para a medição da eficiência do processo sob o ponto de vista de cumprimento de prazos, basta observarmos se o início e o término do processo ocorreram nos prazos estipulados (em alguns casos, inclusive, importa apenas o momento da ENTREGA das mercadorias, sendo que o momento da coleta é irrelevante para a eficiência do processo).

Transit Times

O quadro abaixo ilustra a sequência de eventos típica em um processo de transporte (do ponto de vista de quem o contrata), onde os círculos representam o instante (data e hora) de cada evento.
Os tempos para a ocorrência de cada um desses eventos devem ser previamente combinados com cada uma das transportadoras. Isso dá previsibilidade ao processo e possibilita medir e avaliar posteriormente o seu cumprimento pela transportadora.
Esses tempos (transit times previstos) podem variar em função de uma grande quantidade de parâmetros, mas os principais são:
  • Local de origem e local de destino;
  • Modal de transporte;
  • Características da operação contratada;
  • Transportadora.
Deve-se também determinar previamente um “tempo de tolerância” para antecipações ou atrasos em relação aos prazos previstos, de forma a ter-se critérios precisos para definir o que foi feito no prazo e o que foi feito fora do prazo.
Dependendo do nível de exigência e do ramo de atividade, esses prazos podem ser estabelecidos em dias ou em horas.

Agendamento

Existem também os casos em que o momento da coleta ou da entrega precisa ser “combinado” com o fornecedor ou cliente. Nestes casos, a data/hora agendada precisa ser passada para a transportadora, e deve ser rigorosamente cumprida, visto que o seu fornecedor ou cliente estão contando com aquilo naquele momento. Para efeito de cumprimento de prazo, o agendamento deve sobrepor as datas previstas, ou seja, quando existe agendamento não faz sentido considerar as previsões calculadas em função do transit-time padrão.

Confirmação da coleta / entrega

Em função dos transit times previstos e/ou das datas agendadas, já sabemos exatamente quando cada um dos eventos deve ocorrer. Agora como podemos saber quando eles de fato ocorreram?
Existem várias formas para isso, mas o mais simples e usual é receber essas informações da própria transportadora. Claro que existe aí o risco dessa informação ser manipulada, mas, como ela pode ser facilmente auditada, em geral é bastante confiável.
Em cenários com médio ou alto volume de transações, o mais comum é que as informações relativas a efetivação das coletas e entregas sejam enviadas pelas transportadoras em arquivos magnéticos (chamados arquivos EDI, de Electronic Data Interchange). Em geral, os sistemas TMS (Transport Management System) conseguem tratar esses arquivos automaticamente. Para operações menores, essas informações podem também ser tabuladas manualmente.
Um problema comum ao qual deve-se estar atento é quanto tempo a transportadora demora para transmitir essas informações, ou seja, quanto tempo depois da efetivação do serviço a transportadora lhe informa que ele foi efetivado. Em alguns segmentos, como no e-commerce por exemplo, essa informação é crítica. Esta variável será levada em consideração no cálculo da performance quando abordarmos o fator “agilidade nas informações”, em outro artigo.

Cálculo da performance em função do cumprimento dos prazos

De posse das informações das datas previstas para cada coleta/entrega, e de quando cada uma foi efetivamente realizada, é possível atribuir uma “nota” que reflete com clareza, dentro de determinado período, quantos serviços a transportadora realizou dentro do prazo estipulado. Por exemplo, se ao longo de um mês uma dada transportadora realizou 1.000 entregas, mas 20 delas ocorreram fora do prazo de tolerância aceitável, então a sua “performance no cumprimento dos prazos” neste mês foi de:
(1000 – 20) / 1000 * 100 = 98,0

Conclusão

Existem vários fatores a serem avaliados para podermos medir objetivamente a “performance” de cada transportadora. Um dos mais importantes, sem dúvidas, é a eficiência da transportadora no cumprimento dos prazos estabelecidos. Seguindo este método, é possível atribuir uma “nota” que reflete com precisão o comportamento de cada transportadora com relação a este quesito.
É claro que fazer esse tipo de controle manualmente é bastante trabalhoso. A principal dica para facilitar este trabalho é utilizar um Sistema TMS que seja capaz de obter as informações e fazer os cálculos automaticamente.
Fonte https://www.tecnovia.com.br/2017/05/05/monitorar-prazos-e-medir-a-performance-das-transportadoras-p1/?utm_campaign=divulgacao_do_como_medir_e_melhorar_a_performance_das_transportadoras__parte_1_-_duplicado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Mais de 120 mil pessoas são esperadas na Campus Party Brasil deste ano

A 12ª edição da Campus Party Brasil começa hoje (12), em São Paulo, com a expectativa de reunir mais de 120 mil visitantes na área gratuita e cerca de 12 mil na Arena, espaço exclusivo para quem comprou ingresso. A cerimônia de abertura, prevista às 19h, terá como convidado o físico mineiro Ivair Gontijo, que participa dos projetos que levaram o veículo Curiosity à Marte. Ele é autor do livro A Caminho de Marte: A Incrível Jornada de um Cientista Brasileiro até a Nasa”.
A Campus Party é um evento de imersão tecnológica. Durante cinco dias, os participantes estarão envolvidos com temas como Internet das Coisas, que é a interconexão entre aparelhos tanto físicos quanto virtuais, com base nas tecnologias de informação e comunicação. criptografia, educação e empreendedorismo, entre outros. De acordo com a organização, serão mais de mil horas de programação, com mais de 900 palestrantes e internet com velocidade de 40 GB durante 24 horas.
O evento conta com três espaços: Open, Arena e Camping. Na área gratuita, os visitantes conferem simuladores e drones e conhecem mais de 120 startups que irão expor seus projetos. Haverá palestras gratuitas sobre empreendedorismo. A RobotiCampus, uma parceria com o Centro Paula Souza, do governo estadual, será um espaço dedicado à robótica com modalidades de competição, workshops e mostra de projetos tecnológicos e científicos.
Para quem deseja empreender na área de inovação e tecnologia, o Campus Job, também no espaço Open, vai oferecer palestras e outras atividades com o objetivo de orientar carreiras. Visitantes interessados poderão participar de processos seletivos no próprio evento. Uma das novidades deste ano é a Campus Music, unindo música e tecnologia. Entre as atividades, está uma maratona de bandas amadoras.
No Arena, os ingressos ainda disponíveis custam R$ 350. O espaço é dedicado aos amantes de games, que encontrarão um palco com palestras voltadas para esse universo. Na Academia Gamer, ocorrerão os painéis, com palestras e workshops voltados para quem trabalha ou deseja trabalhar com games. Já a área Free Play terá computadores, televisores e videogames para quem quer apenas se divertir, além das bancadas de alta velocidade. No Camping, estão os participantes que optam por pernoitar no evento, tendo acesso a todas as demais áreas.

Lixo eletrônico

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações recolherá resíduos eletrônicos e trocando-os por credenciais do evento. A troca será feita entre de amanhã (13) até sábado (16), das 10h às 18h, no estande do órgão na área Open. Em Salvador, onde a iniciativa começou foram arrecadados mais de 58 toneladas de equipamentos eletrônicos.
De acordo com o ministério, só no Brasil, são gerados cerca de 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico por ano – o país é considerado o sétimo maior produtor de resíduos do mundo. O resíduo arrecadado será usado como insumo para a formação de jovens e, posteriormente, será doado a pontos de inclusão digital, como bibliotecas, escolas públicas e telecentros.
A programação completa da Campus Party Brasil pode ser conferida no site do evento.
Fonte https://www.cps.sp.gov.br/newsletters/clipping/mais-de-120-mil-pessoas-sao-esperadas-na-campus-party-brasil-deste-ano-cita-cps/

Infográfico: Como funciona uma assessoria de imprensa?




terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Gestão de frotas: por que o setor industrial está optando por ter a sua própria?


Nos últimos anos, as mudanças no sistema de fretes levaram muitos profissionais responsáveis pela gestão de frotas das empresas a optarem pela entrega e transporte de mercadorias próprios. Além do aumento de custo, eles buscam serviços mais alinhados às suas demandas e com maior flexibilidade.
No post de hoje, veja o que tem levado as companhias a optarem por uma política de gestão de frotas própria. Boa leitura!

O que tem levado as empresas a adotarem frota própria?

O mercado de frete vem passando por mudanças. A principal delas foi o novo tabelamento dos preços que, em alguns setores, elevou os custos consideravelmente.
O nível de competitividade também aumentou. Isso exigiu que negócios adotassem rotinas mais alinhadas com as suas demandas, algo que, em muitos casos, só é possível quando o processo é todo executado in house.
Com frota própria, as empresas podem buscar um nível de qualidade maior para os seus serviços. A logística passa a ser personalizada conforme as metas internas, evitando, por exemplo, atrasos no transporte de produtos.

Quais são as suas vantagens?

Entre as principais vantagens da frota própria, vale destacar:
  • redução dos gastos ao não ter que utilizar frete tabelado;
  • maior nível de personalização sobre os modais e rotas de entrega;
  • flexibilidade e personalização dos serviços de entrega conforme a demanda;
  • menor número de erros;
  • maior agilidade para a entrega dos produtos.

Qual é a melhor escolha: frota própria ou terceirizada?

Existem duas opções disponíveis para as empresas: ter frota própria ou terceirizar. Contudo, a frota terceirizada tem perdido competitividade, já que o tabelamento do frete encareceu o serviço.
Além disso, a companhia disponível em sua área de atuação pode não ser compatível com o seu perfil, não se adequando ao tipo de mercadoria que você quer transportar.
Ao contar com uma companhia eficiente, você tem vantagens. A escalabilidade da frota, por exemplo, é mais simples, já que o negócio não vai precisar adquirir, diretamente, novos veículos. Além disso, não é necessário contar com um time próprio para a sua manutenção.
No entanto, somente uma frota própria é capaz de ser 100% de acordo com as características da empresa. Assim, ela consegue definir as práticas de segurança e os veículos, modais e requisitos para o transporte de seus produtos, garantindo a eficiência da sua política de gestão de frotas.
Sem dúvida, o transporte de cargas é um processo crítico para qualquer negócio. Investir em estratégias que o tornem mais eficiente e alinhado às demandas dos clientes é, portanto, indispensável. Afinal, quando as entregas não atrasam, os problemas diminuem.
Se você leu até aqui, já entendeu que os profissionais responsáveis pela gestão de frotas devem buscar uma abordagem alinhada ao perfil do seu negócio. Isso porque é preciso garantir que a empresa faça a entrega sem atraso e/ou gastos desnecessários. Dessa maneira, fica mais fácil disputar clientes cada vez mais exigentes.
Fonte https://www.tecnovia.com.br/2019/02/11/gestao-de-frotas-por-que-o-setor-industrial-esta-optando-por-ter-a-sua-propria/?utm_campaign=gestao_de_frotas_por_que_o_setor_industrial_esta_optando_por_ter_a_sua_propria&utm_medium=email&utm_source=RD+Station