O lateral Cicinho, campeão do mundo pelo São Paulo em 2005 e com passagens pela seleção brasileira, não brilhou no Real Madrid e na Roma. Em entrevista ao programa "Esporte Fantástico", da Rede Record, o jogador deu uma justificativa convicente para a derrocada que pode encerrar mais cedo sua carreira: o abuso de álcool e o excesso de festas.
Deixe o seu recado e comente esta notícia com outros torcedores
Deixe o seu recado e comente esta notícia com outros torcedores
"Gostava de balada, gostava de sentar no bar... Não tinha um limite. Eu procurava o meu limite, que era sentar e tomar uma cervejinha. Era duas, três caixas de cerveja, mas isso sozinho", contou o lateral.
Leia mais: Fã e amigo, Lucas prevê Ronaldinho "mordido" diante do São Paulo
Leia mais: Fã e amigo, Lucas prevê Ronaldinho "mordido" diante do São Paulo
A reserva na Roma só fez com o que o problema piorasse e o estímulo para jogar futebol diminuísse. "Estava sem jogar na Roma, aí chega em casa e você lota de gente, de falsos amigos para tomar cerveja e fumar cigarro. Graças a Deus nunca mexi com droga nenhuma, mas não existe pior droga que o álcool, ele que te induz a outros tipos de drogas. Os prazeres do mundo acabam tirando esse prazer de jogar futebol".
O contrato de Cicinho com o time italiano está no fim, e o atleta admite até mesmo largar o futebol. “Não sei se é da vontade de Deus que eu continue no futebol. Eu tenho dobrado meu joelho toda a noite, orado e pedido que ele me ilumine”, disse.







Nenhum comentário:
Postar um comentário