segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Indústria 4.0: Brasil fora do jogo

A Indústria 4.0 não é uma prerrogativa de justiça social, medidas governamentais, por exemplo, são necessárias para que País não sofra ainda mais com o aumento do desemprego e da desigualdade.

A confederação nacional que reúne diversos profissionais liberais (CNTU), entre esses os engenheiros, realizou, no dia 16 último, na capital paulista, importante debate sobre a indústria 4.0 e a inteligência artificial (IA) num país como o Brasil, precário em estruturas sociais e em infraestrutura.

Todos os avanços tecnológicos e digitais que impulsionam a indústria 4.0
não são suficientes, por si só, para mudar a "cara" do Brasil. Imagem: Freepik.

Nesse sentido, interessante destacar o posicionamento do Thomaz Ferreira Jensen, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), de que a Revolução 4.0 representa ameaças ao trabalhador brasileiro, tendo em vista as dificuldades nacionais. Entre elas, o fato de o Brasil não ter conseguido instalar devidamente a Revolução 3.0, nem se tornado um país de renda média, e sofrer hoje um processo de desindustrialização precoce. Completa o quadro o baixo padrão de investimento em inovação. “Estamos fora do jogo”, resumiu.

Para que os avanços tecnológicos se traduzam em melhores condições de vida, Jensen afirmou ser necessária a retomada do processo industrial. Caso contrário, não haverá como reverter o alto desemprego, que ultrapassa os 25% entre os jovens de 18 a 24 anos. Pelo contrário, o fenômeno poderá se agravar, já que, segundo previsões, 35 milhões de pessoas podem ficar desocupadas devido à automação até 2026.

Com isso, explicou o pesquisador, esbelece-se a tendência de polarização das funções e das rendas: oferta daquelas com baixa remuneração e precarização, notadamente no setor de serviços, e também das mais bem pagas, vinculadas à incorporação da tecnologia. “O fosso no meio é o esvaziamento das profissões liberais”, asseverou.


* Informações do site da CNTU | Redação Rita Casaro

Fonte https://portogente.com.br/noticias/dia-a-dia/108476-industria-4-0-brasil-fora-do-jogo?utm_campaign=21082019&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

domingo, 1 de setembro de 2019

Quais são as principais vantagens do home office?




Trabalhar 100% online, no chamado padrão home office, ainda divide opiniões. Tem quem ache mais produtivo, tem quem ainda fique com o pé atrás. A questão é cada vez mais pessoas, e empresas, têm optado por esse formato, por várias questões. A equipe da Press Manager, primeira plataforma completa de gestão para o mercado de comunicação, um dos que mais adere ao modelo, avalia alguns motivos que levam as pessoas, e as empresas, a optar por esse modelo.

Tempo

Um dos maiores problemas, especialmente nos grandes centros, é o deslocamento. Muitas pessoas chegam a passar duas horas no trânsito só para chegar ao escritório. Dias de reunião, então? Muitas vezes, a produtividade cai a zero. Então, como melhorar esse panorama? O sistema de home office com trabalho remoto pode ser uma ótima opção.

Custos


O trabalho em casa diminui custos, não adianta negar. Transporte, energia elétrica, desgaste de máquinas. Tudo isso é menor quando se trabalha remoto, seja em sistema home office ou em coworkings, por exemplo. Apostar no online pode ser uma boa forma de otimizar os investimentos da empresa.

Produtividade

Sabe-se que a produtividade não é diretamente proporcional ao tempo de permanência em um escritório. Reuniões que se estendem, procrastinação, saídas para o cafezinho, almoço um pouco mais longo. Muitas vezes, se torna difícil medir a produtividade de um colaborador, e, muitas vezes, um trabalhador que passa 8 horas em um escritório não necessariamente está tendo 8 horas produtivas. Trabalhar em sistema remoto requer outras formas de medir essa produtividade, por demanda, por entrega, por projeto. O fato é que pode, sim, ser mais eficaz.

Qualidade de vida

Sem trânsito, não há atrasos. Descansados, os colaboradores podem produzir mais, inclusive em menos tempo, tendo mais oportunidade de realizar outras tarefas, ter uma vida pessoal mais rica e estar mais satisfeito com o trabalho. Existem inclusive pesquisas que mostram que o índice de felicidade de pessoas que trabalham nesse sistema acaba sendo maior. Que tal dar uma chance para o formato?