sábado, 17 de maio de 2014

Costa do Marfim aposta no ecoturismo para atrair público e salvar chimpanzés

Antes do amanhecer em uma floresta espessa da Costa do Marfim ocidental, o ar foi tomado pelos sons de chimpanzés machos gritando e batendo em árvores.

Um bebê chimpanzé chamado Dali estendeu lentamente seus castanhos e peludos braços, e desajeitadamente mexeu em um galho a 20 metros de altura para um pequeno-almoço de nozes e insetos. Nos minutos seguintes, ele seria acompanhado por outros 15 animais que logo se mandaram para as profundezas do Parque Nacional de Tai.

Os chimpanzés geralmente não gostam de contato com os seres humanos, mas os cientistas do Parque passaram décadas buscando habituá-los para que pudessem ser estudados. Em 2012, um filme da Disney sobre chimpanzés foi gravado neste mesmo Parque.

Agora, os conservacionistas e o governo marfinense esperam tirar proveito do fato de que os 
chimpanzés em Tai estão relativamente confortáveis em torno de seres humanos com o lançamento de projetos de ecoturismo. Além de obter ganhos financeiros, o objetivo é conter a queda vertiginosa da população de chimpanzés.

"Por meio do ecoturismo a população local ganhar alguma coisa. Eles vêem o valor da floresta ... e eles vão preservá-la", disse Christophe Boesch, diretor da Fundação de Chimpanzés Selvagens da África Ocidental. Ele passou 35 anos estudando os chimpanzés da Costa do Marfim. "Quanto mais turistas temos, é mais provável que seremos capazes de vencer a batalha".

Uma população que já foi próspera, os chimpanzés na Costa do Marfim têm experimentado um declínio de 90% na quantidade de animais nas últimas duas décadas, segundo o Fundo Mundial para a Natureza, que estima a população mundial chimpanzé entre 150 e 200 mil.

O último estudo aprofundado, conduzido pela Boesch's em 2008, indicou que a população atual de chimpanzés na Costa do Marfim está entre 8 e 12 mil. Embora nenhum novo estudo tenha sido realizado desde então - e pelo fato que os chimpanzés são difíceis de controlar, a organização acredita que a redução de animais tenha prosseguido.

Fonte http://portogente.com.br/noticias/turismo/costa-do-marfim-aposta-no-ecoturismo-para-atrair-publico-e-salvar-chimpanzes-81820

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Quase 60% das passagens aéreas custaram menos de R$ 300 no 2º semestre de 2013

Tarifa média foi de R$ 341,56, alta de 4,7% em relação ao mesmo período de 2012, em termos reais

anac-passageiros-aeroporto
A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou a 29ª Edição do Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas, que contempla o resultado do segundo semestre de 2013. Nos últimos seis meses do ano passado, a tarifa média praticada foi de R$ 341,56, crescimento de 4,7% em relação ao mesmo período de 2012, em termos reais.
A maioria dos assentos comercializados, quase 59%, foram vendidos por valores inferiores a R$ 300, e apenas 0,5% custaram mais de R$ 1.500.
O segundo semestre de 2013 foi o terceiro semestre consecutivo em que o indicador de tarifa média registra variação positiva. O Yield Tarifa Aérea Média Doméstica Real – valor médio que o passageiro paga por quilômetro voado em território brasileiro –, no segundo semestre de 2013, foi apurado em R$ 0,41. Este valor representou alta de 0,2%, em relação ao mesmo período de 2012.
Quando comparado o Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico Real do segundo semestre de 2013 com aquele apurado no mesmo período de 2002, verifica-se redução de 61,1%, ou seja, atualmente, o indicador representa menos da metade do valor registrado no mesmo período de 2002.
A maioria dos assentos comercializados no segundo semestre de 2013 (53,6%) correspondeu a valores de Yield Tarifa Aérea Doméstico inferiores a R$ 0,30 por quilômetro voado.
O Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas foi elaborado com base em dados de mais de 26 milhões de assentos vendidos no segundo semestre de 2013 e de mais de 52 milhões em 2013, que correspondem à totalidade das vendas efetivamente realizadas pelas companhias aéreas junto ao público adulto em geral, para mais de 7.500 linhas aéreas domésticas nos períodos analisados.
Com informações da ANAC
Fonte http://www.transportabrasil.com.br/2014/05/quase-60-das-passagens-aereas-custaram-menos-de-r-300-no-2o-semestre-de-2013/