segunda-feira, 3 de junho de 2013

E-commerce deve movimentar R$ 1 bilhão no Dia dos Namorados

Previsão de vendas para o período sazonal é maior que a estipulada para o Dia das Mães, quando cresceu 15% em relação ao ano passado

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De acordo com informações do e-bit, empresa especializada em informações do setor de e-commerce, as compras pela internet para o Dia dos Namorados devem movimentar R$ 1 bilhão este ano, o que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram vendidos R$ 784 milhões no período entre 29/5 e 12/6.
“As vendas do e-commerce no Dia dos Namorados devem ser puxadas pelos produtos de moda, acessórios, saúde e beleza, além de eletrodomésticos e eletrônicos”, afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos, portal que reúne cupom de desconto grátis de lojas virtuais brasileiras.
A previsão de vendas para o Dia dos Namorados é melhor do que a esperada para o Dia das Mães, quando consolidou acréscimo de 15%. O acirramento da concorrência entre lojas virtuais, a maior quantida de de ofertas, descontos e produtos com frete grátis são os fatores que mais colaboram para esse crescimento.
Prazo de entrega
Com o setor do comércio virtual estimulado pelo período sazonal, a maior preocupação dos consumidores é no momento da entrega do produto. Ao longo dos últimos anos, tornou-se comum casos em que a mercadoria não chegava a tempo da data-limite estipulada para entrega.
De olho nisso, foi aprovado em primeira discussão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto de lei que estabelece em no máximo dez dias o prazo de entrega para produtos comprados em lojas virtuais.
O texto de autoria do deputado Robson Leite (PT) também sugere que as empresas só poderão atrasar a entrega uma única vez. Sendo assim, dentro deste mesmo prazo, a loja deve informar o comprador sobre a nova data, que não poderá ultrapassar mais que cinco dias úteis.
estima-se que 75% das mais de duas mil queixas registradas pelo Procon Carioca no último ano são sobre comércio virtual. Deste número, 81% são referentes a atraso na entrega. No caso do Procon-SP a realidade é similar. Nos últimos três anos, o principal problema relacionado a compras pela internet foi a não entrega ou demora na entrega de mercadorias. As queixas referentes a estes problemas mais que duplicaram no últimos dois anos. Com isso, o registro de 8.093 reclamações totalizadas em 2010 pulou para 17.555 no ano passado.
Com informações do jornal O Globo

Saúde empresarial


É inegável o fato que o ambiente do mundo corporativo sofre mudanças em espaços de tempo cada vez menores.
A velocidade destas mudanças é, talvez um dos maiores desafios que as empresas enfrentam, visto que, para manter a competitividade, a produtividade e o lucro, ela espera dos seus colaboradores preparo e qualificação, para agirem na mesma velocidade das mudanças.
Este fato pode gerar, nos colaboradores, uma alta dos de estresse, o qual contribui diretamente para o desequilíbrio físico, mental e social das pessoas dentro do ambiente de trabalho.
Aliás, vários estudos tem demonstrado que o estresse corporativo é o responsável por uma série de patologias advindas do desequilíbrio que o trabalho impõe e a capacidade de resposta do colaborador.
E isto é muito ruim tanto para a empresa, como pra o empregado porque ambos acabam tendo algum tipo de perda.
O lado bom deste resumido quadro ruim é que começa a haver uma mudança de visão onde as pessoas começam a serem vistas como mais importantes do que o negócio em si. Elas estão passando a ser encaradas como a maior prioridade da empresa.
Se o ser humano é composto de sistemas e órgãos que trabalham em harmonia, o mesmo pode ser dito em relação à corporação.
Empresas podem ficam doentes, sim. E já me referi a isso em meu texto Que tipo de substâncias sua empresa está produzindo?”
Um exemplo: muitas empresas valorizam a saúde das pessoas através de um grande número de ações com o intuito de buscar mais harmonia e satisfação dos colaboradores. Mas a maior parte destas ações está direcionada ao aspecto físico, como massagens, academia, grupo de corrida, ginástica laboral, apenas para citar os mais comuns.
E acabam esquecendo que as pessoas também precisam de um ambiente que lhes dê prazer em trabalhar, que sejam reconhecidas por isso, um ambiente onde não haja pressões excessivas e nem objetivos inatingíveis e onde as oportunidades de crescimento na carreira seja um dos itens principais da política da empresa.
Não adianta nada, em um ambiente “tóxico” de trabalho, convencer o colaborador a participar de algum tipo de programa se ele irá voltar para o mesmo ambiente “tóxico”. Isto pode mantê-lo saudável e ativo, mas não resolve todos os seus problemas dentro de suas condições de trabalho.
Valorização, companheirismo, liderança holística, são alguns valores que farão o colaborador se sentir acolhido pela empresa. Isto, sem dúvida, aumenta seu grau de comprometimento e engajamento, pois eles terão uma noção mais exata sobre a importância do seu papel para a empresa e para a sociedade como um todo.
Tudo leva a crer que, em um futuro não muito distante, o bem estar geral (físico, mental e espiritual) será a “moeda” para atrair e reter as pessoas.
Enquanto, ainda nos dias de hoje, muitas empresas são reativas, isto é, deixam aparecer primeiro as “lesões” para depois avaliarem os porquês deste fato, outras, mais inteligentes, estão se tornando proativas, isto é, desenvolvem ações para que as “lesões” não ocorram. Elas já são conscientes que o desenvolvimento de programas de saúde e qualidade de vida não são mais considerados despesas, mas investimentos. Na média, cada dólar aplicado em programas “saudáveis” gera economia de 2 a 3 dólares para a empresa.
Certamente, no futuro que se avizinha, saúde corporativa será uma das prioridades das empresas vencedoras. A saúde dos colaboradores é que vai refletir a saúde das empresas.
E a sua, onde você trabalha? É reativa ou já é proativa?